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domingo, 30 de abril de 2023

Buffalo Bill

William Frederick Cody ficou para a história como Buffalo Bill. Nasceu em 26 de fevereiro de 1846 e morreu em 10 de janeiro de 1917. A sua alcunha ficou a dever-se ao facto de ter matado um elevado número de búfalos num tempo reduzido.

Muito jovem começou a trabalhar no Pony Express, a empresa que transportava o correio ao longo dopais. Esteve na guerra do lado da União, os vencedores, e posteriormente foi batedor do exército, estando envolvido na guerra com os índios.

Em 1883 dedicou-se ao espetáculo, fundando um circo com o qual viajou pelo mundo.

Buffalo Bill é uma personagem lendária no oeste, sendo difícil, por vezes, discernir entre a realidade e a ficção.

Os vários episódios que a seguir-se indicam, mostram essa ambivalência. Fica do lado do leitor, muitas vezes, a função de fazer essa distinção. Ficção? Realidade? Realidade ficionada?

 Buffalo Bill contra mão amarela,  por Craenhals, Cavaleiro Andante 195

A História de Bufalo Bill; Cavaleiro Andante Especial – fevereiro 1955


Buffalo Bil; Grandes Mitos del Oeste -2; Josep Toutain (argumento); José Ortiz (desenho); Toutain Editor; 1987


Buffalo Bill; Histoire du Far West-13; Mino Milani (argumento); Carlo Marcello (desenho); Larousse; 1981


Buffalo Bill en Europe; Les Belles Histoires de l’Oncle Paul; Octave Joly (argumento); Artur Piroton (desenho); Spirou 1134


La diligence de Deadwood; Les Belles Histoires de l’Oncle Paul; Octave Joly (argumento); Cicuendez (desenho); Spirou 1765


Las aventuras de Buffalo Bill, Classicos ilustrados nº 17, desenhado por Maurice Del Bourgo

Buffalo Bill, Joyas Litterarias

s Juveniles 29, desenhos de Juan Escandell Torres e argumento de Cassarel


quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Billy the Kid

 Billy the Kid ou William Bonney são os dois nomes pelos quais ficou para a história o pistoleiro William Henry McCarty. Deve a sua alcunha The Kid ao seu rosto de traços quase infantis.

Billy the Kid nasceu em 23 de novembro de 1859 e morreu em 14 de junho de 1881, abatido pelo xerife Pat Garrett. Morreu muito jovem, mas nos poucos anos de vida teve uma existência ligada ao crime, praticando vários assaltos e trabalhando como pistoleiro contratado.
A personagem é retratada em muitas histórias, algumas ficcionando muito os factos, mas fica aqui um conjunto interessante, das quais A vida de Billy The Kid será o que mais se afasta da realidade.
 
Guerra do condado de Lincoln, Mundo de Aventuras (fase II) 183, desenho de Hermann e argumento de Yves Duval

Billy the Kid; A caça ao homem de Pat Garrett, desenho de Franz e argumento de Yves Duval, Mundo de Aventuras (fase II) 451


Billy le Kid; Histoire du Far West-11; Raymond Maric (argumento); Paolo Ongaro (desenho); Larousse; 1981


Billy the Kid; Grandes Mitos del Oeste -2; Josep Toutain (argumento); José Ortiz (desenho); Toutain Editor; 1987


O destino de matar; Personagens do oeste-1; Rino Albertarelli; 1974

A vida de Billy the Kid, Rodeo nº 5



terça-feira, 1 de setembro de 2020

Efeméride: José Ortiz


Faz hoje 88 anos que nasceu, 1 de setembro de 1932, o desenhador espanhol José Ortiz.

Vinheta desenhada por José Ortiz

José Ortiz faleceu em 23 de dezembro de 2013

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Edgar Allan Poe (2)


Continuação da lista de adaptações de Poe na minha coleção.

La mascara de Muerte Roja, desenhado por Tom Sutton

La mascara della muerte Rossa, por Dino Battaglia  em Otto Raconti Illustrati
 

Berenice, com desenhos de Jerry Grandenetti e adaptação de archie Godwin

Berenice, Seleções nº 212, por Vicente Cebollo
 

El hombre de la multitude, com desenhos de Luis Bermejo e adaptação de Rich Margopoulos em Creepy
 

El escarabajo de oro em Joyas literárias juveniles, adaptado por Ramón Bacardit e desenhos de Antonio Colmeiro

The Gold Bug, em Classics Ilustrated nº 84, por Alex Blum
 

Los crimenes de la Rue Morgue, argumento de Rich Margopoulos e desenhos de José Ortiz em Creepy
 

Dois crimes na rua Morgue, Biblioteca RTP. Guião de Naunerle Farr e desenhos de E. R. Cruz
 

El pozo y el pendulo, argumento de Rich Margopoulos e desenhos de José Ortiz em Creepy

O poço e o pêndulo, Biblioteca RTP. Guião de Naunerle Farr e desenhos de G. Taloac

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Pantera Negra nº 1

Foi uma coleção de 10 números com periodicidade mensal, dirigida por Roussado Pinto.
A revista tinha 36 páginas, dimensões 185 x 270 mm, e custava 15$00.
Apesar de ter durado pouco tempo, publicou banda desenhada de interesse, onde se realçam alguns episódios desenhados por José Ortiz da série Grandes Mitos do Oeste, tendo surgido logo no primeiro número, em junho de 1977, um desses episódios.

Neste número inicial apareciam ainda um episódio da série inglesa Paul Temple e uma história curta desenhada por Al Williamson.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Baú das revistas: Jornal do Cuto


Revista
Jornal do Cuto nº 147

Ficha Técnica
Data da publicação: 15 de agosto de 1976
Preço:  10$00
Periodicidade: quinzenal
Dimensões: 190 mm x 270 mm
Diretor: Roussado Pinto
Propriedade: Portugal Press
Distribuição: Agência Portuguesa de Revistas
36 páginas, incluindo a numeração da capa
Capa  e contracapa a cores
Interior a preto e

Conteúdo:
Capa:
Relativa a O Sombra da autoria de Carlos Alberto Santos
Página 2:
Episódio em continuação de Tarzan desenhado por Russ Manning. Página nº 2181 de 24 de dezembro de 1972
Página 3:
Editorial
No mundo dos animais, desenhado por Carlos Alberto
Página 4:
Barney Google e Snuffy Smith, desenhado por Fred Lasswell. Tira de 14/6/72
Tiger, desenhado por Bud Blake. Tira de 20/11/75


Blondie, desenhado por Raymond Young. Tira de 21 /6/75
Henry, desenhado por John Liney. Tira de 15/5/72
Página 5:
Episódio de O Sombra, O fantasma assassino, desenhado por Cubbino, com argumento de Castelli.

Página 18
Final do episódio, A vingança de Martin Conisby, da autoria de Jesus Blasco
Página 21
2ª parte do episodio Wild Bill Hickok, da série Grandes Mitos do oeste, desenhado por José Ortiz.
Página 33
Museu da banda desenhada com uma página de Serafim e Malacueco
Página 34
Museu da banda desenhada com página de Pedro de Lemos tenente e Manuel dez Reis de gente
Página 35
Página 745 de episódio em continuação de Principe Valente de 20/5/51, desenhada por Hal Foster
Página 36
Episódio em continuação Os caçadores de tesouros, da série Platão Chico e Serapião, da autoria de Arturo Moreno




sábado, 14 de maio de 2016

Sitting Bull

A história do mundo está repleta de extermínios de povos e  genocídios.
O avanço da colonização naquilo que é o atual território dos Estados Unidos levou à expulsão dos nativos, que quando se recusavam a abandonar os territórios onde viviam eram a isso forçados pela lei das armas.
Embora a diferença de capacidade bélica fosse enorme, com o exército dos Estados Unidos a conseguir impor a sua força, muitos índios resistiram a entrar nos campos onde os colocavam e onde morriam de fome, fio e doenças.
Sitting Bull, Touro Sentado, foi um dos chefes Sioux que comandou essa resistência, na década de setenta do século XIX,  ficando conhecido por ter derrotado e aniquilado o sétimo regimento de cavalaria, comandado pelo general Custer, na batalha de Little Big Horn.
Perseguido pelo exército dos Estados Unidos, foi obrigado a refugiar-se com a sua tribo no Canadá, de onde regressou em 1881,  apresentando a sua rendição.
Mais tarde trabalhou no famoso Wild West Shows de Buffalo Bill.
Sitting Bull morreu num tiroteio em 15 de dezembro de 1890.
Na minha coleção existem dois trabalhos biográficos sobre este chefe índio.
Um deles, desenhado por Hermann, com argumento de Yves Duval, numa curta história desenhada em 1966. O outro, desenhado pro José Ortiz, sobre o argumento de Josep Toutain, com um grafismo diferente e publicado na década de setenta, originalmente para o mercado dos Estados Unidos.
Apresento aqui também, um episódio, que está relacionado com a vida de Sitting Bull. O relato da batalha de Little Big Horn River, desenhado por Torton, com texto de Yves Duval e publicado originalmente em 1962 na revista belga Tintin.

Título
Autores
Publicação na minha coleção
Sitting Bull
Arte: Hermann
Texto: Yves Duval
Mundo de Aventuras (II fase) 375

Sitting Bull
Arte: José Ortiz
Texto: Josep Toutain
Blue Jeans  21

Litle Big Horn River
Arte: J. Torton
Texto: Y. Duval
Zorro 147 / Mundo de Aventuras ( II fase)481







sábado, 19 de setembro de 2015

Onomatopeias (1)

As onomatopeias são um elemento característico da banda desenhada. Embora haja autores que não as usam, um número elevado de desenhadores coloca aquelas palavras que pretendem imitar sons nas suas vinhetas. Algumas das onomatopeias não o são verdadeiramente, pois começaram a usar-se as palavras inglesas para identificar os sons. Talvez o exemplo mais evidente seja o bang, para descrever a explosão do disparo, uma vez que bang é explosão em inglês. Outros exemplos são crash e ring.
Irão aqui ser colocadas algumas onomatopeias, não apenas as portuguesas, mas também espanholas, francesas e outras que surgem em alguma séries.
Começa-se com o disparo da pistola ou de espingarda, incluindo o bang, que na realidade não é onomatopeia.
Malik na série Archie Cash
  
Michel Blanc-Dumont num disparo sem bala em A Juventude de Blueberry

Michel Blanc-Dumont também em A Juventude de Blueberry


Christian  Denayer em Alain Chevalier

Pascal Dabere em Lucky Luke

José Muñoz em Alack Sinner


Jérémy em Barracuda

Antonio Parras em Le lievre de Mars

Fructuoso em Justin Hiriarti

José Ortiz em Os Grandes Mitos do oeste

Hugo Pratt no álbum a Ilha do Tesouro
Fournier em Spirou e Fantásio
Um disparo com silenciador por Walthéry em Natacha
O ruido da aceleração dos carros é representado por Jean Graton através de onomatopeias, produzindo algumas vinhetas onde o leitor se sente colocado no ruído. Fica aqui uma vinheta desse autor, uma outra de Christian Denayer, também um desenhador especialista em automóveis, e uma de Coria.
Jean Graton em Michel Vaillant

Christian Denayer em Les Casseurs ( Al & Brock)

Coria em Bob Morane

 Ruido de um apito.
Fructuoso no álbum Indianoa

René Follet em Edmund Bell



Sy Barry em O Fantasma

 Semelhante ao apito, mas diferente, é o som do assobio.
Jerémy em Barracuda