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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Comboios (1)


Os comboios alimentam algumas das belas imagens criadas na Banda desenhada, permitindo analisar a evolução deste meio de transporte.

Carlos Puerta em Operation Spitsberg da série Adamson
 

Tardi em  Le labyrinthe infernal da série Adéle Blanc-Sec
 

Michel Blanc-Dumont em Il faut tuer Lincoln na série La Jeunesse de Blueberry
 

Jean-Michel Beuriot em Maria a série Amours Fragiles
 

Jean-Michel Beuriot em Resistance a série Amours Fragiles
 

Paul Gillon em Les fourmis da série Au nom de tous les miens
 

Michel Schetter em Les plumes de l’argus na série Berlin

sábado, 6 de maio de 2017

Moby Dick

Moby Dick, a baleia branca, perseguida pelo ódio gigantesco que raia a loucura do capitão Achab que comanda um navio com uma tripulação que obedece aos desígnios de quem os comanda.
A história é narrada por Ismael um dos marinheiros do navio Pequod, um dos participantes na busca da vingança do capitão Achab que quer matar Moby Dick correndo o oceano com esse objetivo.
Ismael vai na viagem acompanhado pelo seu amigo Queequeg, que ele conheceu antes da viagem.
As peripécias da viagem e da luta e as meditações de Ismael sobre os mais variados temas das relações humanas tornaram esta obra num dos grandes clássicos da literatura.
O seu autor Herman Melville publicou o texto em 1851 em Nova Iorque e Londres, não tendo grande reconhecimento da crítica, mas o tempo foi criando uma aura em torno deste livro que nunca mais se esbateu.
As adaptações para a banda desenha têm sido múltiplas e deixo algumas referências que possuo.

Fernando Bento publicou Moby Dick no Cavaleiro Andante, de 27 de fevereiro a 2 de julho de 1960, entre os números 426 e 444.
No número 100 do Jornal do Cuto, em 1 de novembro de 1973, uma adaptação de Franco Caprioli, com 12 páginas.
Nas Joyas Literárias Juveniles, uma edição espanhola, no seu número 107, uma versão desenhada por Antonio Carrillo com guião de Cassarel.
Uma adaptação desenhada por Paul Gillon, com guião de Jean Ollivier, num álbum editado pela Hachete.
Numa edição Marvel com Roy Thomas no guião e  com Pascal Alixe e Victor Olazaba na arte.
Na revista Totem nº 2 uma adaptação de Fontanarrosa, La ballena Blanca, com 3 páginas
Com desenho de Chiqui de La Fuente, num guião de Carlos Soria, mais uma adaptação da obra.
Moby Dick por Wil Eisner,  num álbum Norma

Numa edição Glénat, Moby Dick por Chabouté


quinta-feira, 4 de maio de 2017

A BD e a guerra: Au nom de tous les miens

Au nome de tous les miens é uma adaptação para banda desenhada, feita por Paul Gillon, com argumento de Patrick Cothias, do livro homónimo escrito por Max Gallo e que é a  autobiografia do judeu de origem polaca Martin Gray, cujo verdadeiro nome é Mieczysław Grajewski.
Narra a vida deste autor, na sua resistência no gueto de Varsóvia e na prisão em Treblinka de onde conseguiu fugir.
A fase referente a Treblinka é considerada polémica, com alguns críticos a considerarem que é ficcionada, por data e testemunhos de sobreviventes não coincidirem com os factos narrados.
Não deixa de ser uma obra importante para a memória do futuro sobre um tempo de loucura que destruiu milhões de vidas.

Primeiro volume: Les fourmis

Antes da guerra

A Polónia ocupada



Segundo volume: Les renards

A sobrevivência no gueto

A luta contra os alemães


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Efeméride: Paul Gillon

Faz hoje 90 anos, 11 de maio de 1926, que nasceu Paul Gillon.

 Au nom de tous les miens, um trabalho de Gillon


Paul Gillon faleceu em 21 de maio de 2011.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Efeméride - Os náufragos do tempo



Faz hoje 50 anos que surgiu pela primeira vez, 12 de novembro de 1964, a série Os náufragos do tempo, desenhada por Paul Gillon com argumento de Jean-Claude Forest.
 
 Capa de álbum