Historia de um grande musico, na Fagulha 294-298, com desenhos de Guida
Ottolini e texto de Maria de Melo
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sábado, 17 de julho de 2021
quinta-feira, 1 de julho de 2021
sábado, 20 de março de 2021
Henri Dunant
Henri Dunant nasceu na Suíça em 8 de maio de 1828, tendo-se
naturalizado francês em 1859. Uma viagem que dez em 1859 a Itália fez com que
se deparasse com os efeitos da guerra nas pessoas. Essa sua experiência levou-o
a escrever um livro e a fundar a organização atualmente designada por Cruz
Vermelha Internacional.
Em 1901 foi-lhe a atribuído o primeiro Prémio Nobel da Paz
Tenho 4 trabalhos sobre esta personalidade na minha coleção.
Juan Henrique Dunant-
Fundador de la Cruz Roja em Vidas Ilustres
Especial com guião de Dolores
Castro e desenhos de Pablo Almendaro
O homem de branco- Henri
Dunant na Fagulha 46 com texto de Maria Isabel Mendonça Soares e desenhos de Bixa
La Cruz Roja em Epopeya
184, sem indicação de autor
Da guerra nasceu uma
flor: A cruz vermelha da autoria de José Ruy no Mundo de Aventuras Especial 21 e em Tintin 41-43 do 11º ano
sábado, 30 de janeiro de 2021
Domingos Sequeira
Domingos António de Sequeira nasceu em 10 de março de 1768
em Lisboa.
Sendo filho de pais de parcos recursos, valeu-lhe uma bolsa
da rainha para poder ir aperfeiçoar a sua arte na cidade de Roma, pois nas
escolas portuguesa pouco poderia aprender.
Em 1796 regressou a Lisboa tendo-lhe sido atribuída pelo
regente D. João uma pensão anual e casa para morar. Ficaria ainda a receber os
proventos os das obras que executasse.
Sentindo-se desrespeitado pelo pouco valor que era dado à
pintura retira-se para uma convento, de onde sai apenas em 1802 como pintor da
corte. Os anos seguintes foram muito desestabilizadores para Domingos Sequeira,
vagueando entre o apoio ao invasor Junot,
o fascínio pelo ocupante Duque de Wellington, ou o deslumbramento com os ideias
liberais. Acabou por se exilar em França seguindo depois para Roma, onde morreu
em 8 de março de 1837, sem nunca mais ter regressado a Portugal.
Há dois trabalhos na minha coleção que abordam a vida de
Domingos Sequeira.
Na revista Girassol com texto de Teresa Vasconcelos e desenhos de
Margarida Madruga
Na revista Fagulha 354 com desenhos de José Garcês com texto de Teresa Ramalho Vasconcelos
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
Música e BD: Mozart
Mozart, na série Oncle Paul, com desenhos de Follet e argumento de Jolly.
Mozart, el niño más genial que recuerda el mundo em Vidas ilustres 286, com desenhos de Antonia Elena Martinez
Uma aposta original, na Fagulha 120, com desenhos de José Pedro Gameiro
sábado, 30 de março de 2019
Nuno Álvares Pereira
Nuno Álvares Pereira nasceu em 1360 em Cernache de
Bonjardim. Com a idade de 13 anos foi para a corte, tornando-se escudeiro da
rainha Leonor de Teles.
Tinha elevadas capacidades de liderança e estratégia
militar, o que rapidamente o guindou ao comando das tropas portuguesas que
lutavam contra as de Castela, cujo rei pretendia o trono português após a morte
do rei Fernando.
Venceu várias batalhas, mas aquela que mais perdura na
memória é a que ocorreu em Aljubarrota em 14 de agosto de 1385, onde conseguiu
vencer um exército com cerca de cinco vezes mais homens que o de Portugal.
Após a consolidação do reinado de João I, praticamente
abandona a vida militar, participando ainda em 1415 na conquista de Ceuta.
Os seus últimos anos de vida foram passados no Convento do
Carmo.
Nuno Álvares Pereira faleceu em 1 de novembro de 1431.
A figura de Nuno Álvares Pereira cruza muitos trabalhos de
banda desenhada que tentam retratar a época por ele vivida, e na qual foi uma
das personalidades mais relevantes.
Aqui irei referir apenas aqueles trabalhos na minha coleção,
em que ele tem um papel mais relevante ou que se centram na sua biografia.
Aljubarrota, por Vitor Peon no Tintin
D. Nuno Álvares Pereira, por Fernando Bento, no Diabrete
Histórias da nossa História, por Fernando Bento, no Diabrete
O Santo Condestável, por Carlos Alberto Pereira, no Mundo de
Aventuras
O cavaleiro da espada invencível, com argumento de Maria
Isabel Mendonça Soares e desenhos de
José Manuel Soares, na Fagulha
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Relendo...ao acaso: Fagulha
Episódio
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O enigma da velhota inglesa
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Série
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Autores
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Argumento: Maria Isabel Mendonça Soares
Desenhos: Bixa
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Dados sobre o episódio
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Leitura: revista Fagulha do nº 202 ao nº 214
Data da publicação: de 1 de agosto de 1965 a 1 de abril de 1966
16 páginas/ cor e p/b
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Resumo
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Três adolescentes de Sintra, Florinda, vendedora de queijadas,
Manuel, vendedor de morangos, e lagartixa, ardina, ficam envolvidos num
mistério que envolve o roubo de obras
de arte de vivendas e monumentos de Sintra.
Quando tentam contar às autoridades o que sabem sobre o assunto, e a
suspeita que têm de que uma inglesa tenha sido assaltada, não são ouvidos e
fazem eles próprios a sua investigação que lhe permite descobrir o bando.
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Comentário
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Narrativa datada numa época onde era corrente as crianças
trabalharem.
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quinta-feira, 1 de março de 2018
Artur Correia (3)
Continua
a identificação de algumas das histórias publicadas por Artur Correia na
revista Fagulha
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Lenda dos fios da árvore de Natal
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Ano novo vida nova
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O ovo de lata
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Um rico negocio
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Sinos em congresso
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Madrepérola em vaso
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O pirilampo agradecido
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O moinho do diabo
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Sua alteza nos bastidores
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Foram ainda várias as diversas rubricas regulares onde é
possível identificar indubitável mente o trabalho de Artur Correia
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Curiosidades
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Sabias isto? e Quem sabe?
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Vamos rir com a Fagulha
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Os enigmas da Fagulha
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Abram a boca de espanto
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sábado, 24 de fevereiro de 2018
Artur Correia (2)
Muitas foram as outras histórias desenhadas por Artur
Correia na Fagulha. Algumas apenas com uma página, outras com várias, numa só revista,
ou em continuação, verificando-se ainda, já a partir da segunda metade da
década de sessenta , o uso da cor pelo desenhador.
Gulodice desesperada
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Lili domadora fagulha
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O chapéu na fagulha
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A propósito da pascoa e dos ovos
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Um dia de chuva
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Anne –Lise da montanha
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Uma duas três casinhas
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Ninguém mais compreendeu
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Cabrito maroto
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Escândalo na água
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A ida para a guerra
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O sonho do saltarilho
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Dom pirilampo brilhante
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Artur Correia (1)
Artur Correia nasceu em 20 de Abril de 1932, tendo-se
iniciado no desenho quando ainda frequentava a Escola Industrial Machado de
Castro, com uma publicação sua na revista O Papagaio.
A sua obra encontra-se espalhada em muitas revistas de banda
desenhada publicadas na segunda metade dos século XX e em vários álbuns.
A obra mais antiga de Artur Correia na minha coleção, são
algumas pranchas de A seita do cobra
verde, publicado na revista Camarada.
Da sua participação na revista Fagulha, uma revista
destinada ao público feminino, registo um elevado número de páginas da sua
autoria.
Existem mais páginas que poderão ser de Artur Correia, mas
que por não estarem assinadas, e eu não as identificar, sem qualquer dúvida,
não as cito aqui.
Criou a personagem
Cristina, da qual publicou 4 episódios.
Cristina menina ladina, Fagulha 1 a 18
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Cristina no circo Fagulha do 25 a 41
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Cruzeiro em férias Fagulha 61 a
83
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Um Domingo de sol, Fagulha 369 a 372
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Zé Besugo, foi outra das personagens por ele criada, onde
identifico 3 episódios
As aventuras do Zé Besugo, Fagulha, 84 a 89
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Novas aventuras do Zé Besugo, Fagulha 133 a 139
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O mistério das lagostas azuis, Fagulha159 a168
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Aventuras de um garotinho chinês, 115 a 127
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Atchim e o navio fantasma 140 a 158
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A volta do capitão barbaças,170 a 191
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As suas personagens na Fagulha eram crianças, dado a publicação
ser orientada para o público infantil e adolescente. Duas crianças africanas, Koske
e Nankali, fazem uma dupla em duas histórias
O ladrão da mandioca
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A Arca de Noé
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A personagem Clara surgiu em episódios de apenas uma página,
e na minha coleção surge por quatro vezes. Fica aqui uma das páginas, publicada
no número 132.
Etiquetas:
autores: Artur Correia,
revistas: Fagulha,
revistas: O Papagaio,
séries: Atchim,
Séries: Cristina,
séries: Koske e Nankali,
séries: Zé Besugo
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