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sábado, 17 de julho de 2021

sábado, 20 de março de 2021

Henri Dunant


Henri Dunant nasceu na Suíça em 8 de maio de 1828, tendo-se naturalizado francês em 1859. Uma viagem que dez em 1859 a Itália fez com que se deparasse com os efeitos da guerra nas pessoas. Essa sua experiência levou-o a escrever um livro e a fundar a organização atualmente designada por Cruz Vermelha Internacional.
Em 1901 foi-lhe a atribuído o primeiro Prémio Nobel da Paz

Tenho 4 trabalhos sobre esta personalidade na minha coleção.

Juan Henrique Dunant- Fundador de la Cruz Roja  em Vidas Ilustres Especial  com  guião de Dolores Castro e desenhos de Pablo Almendaro
 
O homem de branco- Henri Dunant na Fagulha 46   com texto de Maria Isabel Mendonça Soares e desenhos de Bixa
 

La Cruz Roja em Epopeya 184, sem indicação de autor
 
Da guerra nasceu uma flor: A cruz vermelha  da autoria de José Ruy no Mundo de Aventuras Especial 21 e em Tintin 41-43 do 11º ano

sábado, 30 de janeiro de 2021

Domingos Sequeira


Domingos António de Sequeira nasceu em 10 de março de 1768 em Lisboa.
Sendo filho de pais de parcos recursos, valeu-lhe uma bolsa da rainha para poder ir aperfeiçoar a sua arte na cidade de Roma, pois nas escolas portuguesa pouco poderia aprender.
Em 1796 regressou a Lisboa tendo-lhe sido atribuída pelo regente D. João uma pensão anual e casa para morar. Ficaria ainda a receber os proventos os das obras que executasse.
Sentindo-se desrespeitado pelo pouco valor que era dado à pintura retira-se para uma convento, de onde sai apenas em 1802 como pintor da corte. Os anos seguintes foram muito desestabilizadores para Domingos Sequeira, vagueando entre o  apoio ao invasor Junot, o fascínio pelo ocupante Duque de Wellington, ou o deslumbramento com os ideias liberais. Acabou por se exilar em França seguindo depois para Roma, onde morreu em 8 de março de 1837, sem nunca mais ter regressado a Portugal.

Há dois trabalhos na minha coleção que abordam a vida de Domingos Sequeira.
Na revista Girassol  com texto de Teresa Vasconcelos e desenhos de Margarida Madruga
 

Na revista Fagulha 354 com desenhos de  José Garcês com texto de  Teresa Ramalho Vasconcelos

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Música e BD: Mozart


Mozart, na série Oncle Paul, com desenhos de Follet e argumento de Jolly.

Mozart, el niño más genial que recuerda el mundo em Vidas ilustres 286, com desenhos de Antonia Elena Martinez

Uma aposta original, na  Fagulha 120, com desenhos de José Pedro Gameiro

sábado, 30 de março de 2019

Nuno Álvares Pereira

Nuno Álvares Pereira nasceu em 1360 em Cernache de Bonjardim. Com a idade de 13 anos foi para a corte, tornando-se escudeiro da rainha Leonor de Teles.
Tinha elevadas capacidades de liderança e estratégia militar, o que rapidamente o guindou ao comando das tropas portuguesas que lutavam contra as de Castela, cujo rei pretendia o trono português após a morte do rei Fernando.
Venceu várias batalhas, mas aquela que mais perdura na memória é a que ocorreu em Aljubarrota em 14 de agosto de 1385, onde conseguiu vencer um exército com cerca de cinco vezes mais homens que o de Portugal.
Após a consolidação do reinado de João I, praticamente abandona a vida militar, participando ainda em 1415 na conquista de Ceuta.
Os seus últimos anos de vida foram passados no Convento do Carmo.
Nuno Álvares Pereira faleceu em 1 de novembro de 1431.
A figura de Nuno Álvares Pereira cruza muitos trabalhos de banda desenhada que tentam retratar a época por ele vivida, e na qual foi uma das personalidades mais relevantes.
Aqui irei referir apenas aqueles trabalhos na minha coleção, em que ele tem um papel mais relevante ou que se centram na sua biografia.

Aljubarrota, por Vitor Peon no Tintin
 

D. Nuno Álvares Pereira, por Fernando Bento, no Diabrete
 

Histórias da nossa História, por Fernando Bento, no Diabrete
 

O Santo Condestável, por Carlos Alberto Pereira, no Mundo de Aventuras
 


O cavaleiro da espada invencível, com argumento de Maria Isabel Mendonça Soares  e desenhos de José Manuel Soares, na Fagulha

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Relendo...ao acaso: Fagulha

Episódio
 O enigma da velhota inglesa

Série


Autores
Argumento: Maria Isabel Mendonça Soares
Desenhos: Bixa

Dados sobre o episódio
Leitura: revista Fagulha do nº 202 ao nº 214
Data da publicação: de 1 de agosto de 1965 a 1 de abril de 1966
16 páginas/ cor e p/b
 
Resumo
Três adolescentes de Sintra, Florinda, vendedora de queijadas, Manuel, vendedor de morangos, e lagartixa, ardina, ficam envolvidos num mistério que envolve o roubo de  obras de arte de vivendas e monumentos de Sintra.
Quando tentam contar às autoridades o que sabem sobre o assunto, e a suspeita que têm de que uma inglesa tenha sido assaltada, não são ouvidos e fazem eles próprios a sua investigação que lhe permite descobrir o bando.
 
Comentário
Narrativa datada numa época onde era corrente as crianças trabalharem.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Artur Correia (3)

Continua a identificação de algumas das histórias publicadas por Artur Correia na revista Fagulha

Lenda dos fios da árvore de Natal
 
Ano novo vida nova
 
O ovo de lata
 
Um rico negocio
 
Sinos em congresso
 
Madrepérola em vaso   
 
O pirilampo agradecido
 
O moinho do diabo
 
Sua alteza nos bastidores
 

Foram ainda várias as diversas rubricas regulares onde é possível identificar indubitável mente o trabalho de Artur Correia
Curiosidades
 
Sabias isto? e Quem sabe?
 
Vamos rir com a Fagulha
 
Os enigmas da Fagulha
 
Abram a boca de espanto
 


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Artur Correia (2)

Muitas foram as outras histórias desenhadas por Artur Correia na Fagulha. Algumas apenas com uma página, outras com várias, numa só revista, ou em continuação, verificando-se ainda, já a partir da segunda metade da década de sessenta , o uso da cor pelo desenhador.

Gulodice desesperada 
 
Lili domadora fagulha
 
O chapéu  na fagulha
 
A propósito da pascoa e dos ovos
 
Um dia de chuva
 
Anne –Lise da montanha
 
Uma duas três casinhas
 
Ninguém mais compreendeu
 
Cabrito maroto
 
Escândalo na água
 
A ida para a guerra
 
O sonho do saltarilho
 
Dom pirilampo brilhante
 

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Artur Correia (1)

Artur Correia nasceu em 20 de Abril de 1932, tendo-se iniciado no desenho quando ainda frequentava a Escola Industrial Machado de Castro, com uma publicação sua na revista O Papagaio.
A sua obra encontra-se espalhada em muitas revistas de banda desenhada publicadas na segunda metade dos século XX e em vários álbuns.
A obra mais antiga de Artur Correia na minha coleção, são algumas pranchas de A seita do cobra verde, publicado na revista Camarada.

Da sua participação na revista Fagulha, uma revista destinada ao público feminino, registo um elevado número de páginas da sua autoria.
Existem mais páginas que poderão ser de Artur Correia, mas que por não estarem assinadas, e eu não as identificar, sem qualquer dúvida, não as cito aqui.
Criou a  personagem Cristina, da qual publicou 4 episódios.
Cristina menina ladina, Fagulha 1 a 18
 
Cristina no circo Fagulha do 25 a 41
 
Cruzeiro em férias Fagulha 61 a  83
 
Um Domingo de sol, Fagulha 369 a 372
 

Zé Besugo, foi outra das personagens por ele criada, onde identifico 3 episódios
As aventuras do Zé Besugo, Fagulha,  84 a 89
 
Novas aventuras do Zé Besugo, Fagulha 133 a  139
 
O mistério das lagostas azuis, Fagulha159 a168
 

 Um rapazinho de aspeto asiático, Atchim, foi outra das suas criações na revista Fagulha
Aventuras de um garotinho chinês, 115 a 127

 
Atchim e o navio fantasma 140 a 158

 
A volta do capitão barbaças,170 a 191
 


As suas personagens na Fagulha eram crianças, dado a publicação ser orientada para o público infantil e adolescente. Duas crianças africanas, Koske e Nankali, fazem uma dupla em duas histórias
O ladrão da mandioca
 
A Arca de Noé  
 

A personagem Clara surgiu em episódios de apenas uma página, e na minha coleção surge por quatro vezes. Fica aqui uma das páginas, publicada no número 132.