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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Sandokan

Saído da fértil imaginação de Emilio Salgari, Sandokan é uma personagem que protagoniza uma série de aventuras que decorrem numa região que se situa entre a Malásia, Borneo e Índia.

Salgari inventou uma ilha, Mompracém, a partir de onde Sandokan, um príncipe de Borneo, a quem os ingleses retiraram o título e mataram a família, tenta executar a sua vingança. Com a ajuda dos seus fieis companheiros; o português Yanez, o bengali Trenal-Naik e  marato Kammammuri, vive um conjunto de aventuras, onde não falta o amor trágico de Sandokan e Marianna.  

A televisão fez várias adaptações de Sandokan em séries realistas e em animação.

Na banda desenhada também surgiram várias adaptações. Na minha coleção constam várias, estando apenas aqui listadas aquelas onde Sandokan é personagem  e não aquelas que são protagonizadas apenas pelos seus companheiros de aventuras.

Sandokan em Joyas Literárias Juveniles, número 52, com argumento de Miguel Cussó Giralt e desenho Francisco Fuentes Man.



Los dos tigres, Joyas Literarias Juveniles, número 81, adaptação de Cassarel com desenho de Alfonso Ceron Nuñes



A sangre y fuego, Joyas Literárias Juveniles, 197,  com argumento de Cassarel e desenho de  Tomás Porto del Vado



Las dos pruebas de Sandokan, em Joyas Literárias Juveniles, 207, com desenho de Juan Escandell Torres



La caída de um imperio, em Joyas Lireratias juveniles, 237,  com argumento de Cremona e desenhos de Luis Casamitjana Colominas



Sandokan, la ciudadela del silencio, em Clasicos del Cine, 293, de 5 de novembro de 1973



Os dois tigres, no Mundo de Aventuras (fase 2) 167-173, com argumento de E. Ventura e argumento de Daniele Fagarazzi



Os tigres de Mompracem, Coleção Salgari , número 1, desenhado por Rino Albertarelli



Os piratas da Malásia, Coleção Salgari , número 2, desenhado por Rino Albertarelli



Os dois tigres, Coleção Salgari , número 4, desenhado por Rino Albertarelli



Guerra a Monpracem, Coleção Sandokan, ano 1, nº 6, com desenhos de Maurizio Santoro



quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Ben Hur

Ben Hur: A tale of the Christ é o título original da obra genericamente conhecida como Ben Hur, da autoria do norte americano Lewis Wallace. O livro foi publicado em 1880.

O episódio narra a história de Judá  Ben Hur, um jovem judeu que é condenado às galés, na sequência de uma acusação que injustamente lhe é feita e da qual ele não se consegue defender. Todos o seus bens são confiscados e a mãe e a irmã são presas. O salvamento que ele faz do romano Arrius vai alterar a sua vida, mudando-lhe um destino de servidão que parecia inevitável. O episódio decorre os tempos em que Cristo terá vivido e morrido, e a vida de Ben Hur e os atos fundadores do cristianismo cruzam-se.

Na minha coleção encontro quatro adaptações desta obra.

Na Coleccion Grandes Aventuras, com argumento de Cassarel e desenhos de Juan Escandell Torres

Em Classics Ilustrated  1147, desenhado por Joe Orlando

Na coleção Biblioteca RTP nº 2, Ben  Hur, com argumento de Naunerle Farr e desenhos de Nestor Redondo

Na coleção mexicana  Clasicos del cine, de julho de 1961 desenhado por Russ Manning



domingo, 30 de abril de 2023

Buffalo Bill

William Frederick Cody ficou para a história como Buffalo Bill. Nasceu em 26 de fevereiro de 1846 e morreu em 10 de janeiro de 1917. A sua alcunha ficou a dever-se ao facto de ter matado um elevado número de búfalos num tempo reduzido.

Muito jovem começou a trabalhar no Pony Express, a empresa que transportava o correio ao longo dopais. Esteve na guerra do lado da União, os vencedores, e posteriormente foi batedor do exército, estando envolvido na guerra com os índios.

Em 1883 dedicou-se ao espetáculo, fundando um circo com o qual viajou pelo mundo.

Buffalo Bill é uma personagem lendária no oeste, sendo difícil, por vezes, discernir entre a realidade e a ficção.

Os vários episódios que a seguir-se indicam, mostram essa ambivalência. Fica do lado do leitor, muitas vezes, a função de fazer essa distinção. Ficção? Realidade? Realidade ficionada?

 Buffalo Bill contra mão amarela,  por Craenhals, Cavaleiro Andante 195

A História de Bufalo Bill; Cavaleiro Andante Especial – fevereiro 1955


Buffalo Bil; Grandes Mitos del Oeste -2; Josep Toutain (argumento); José Ortiz (desenho); Toutain Editor; 1987


Buffalo Bill; Histoire du Far West-13; Mino Milani (argumento); Carlo Marcello (desenho); Larousse; 1981


Buffalo Bill en Europe; Les Belles Histoires de l’Oncle Paul; Octave Joly (argumento); Artur Piroton (desenho); Spirou 1134


La diligence de Deadwood; Les Belles Histoires de l’Oncle Paul; Octave Joly (argumento); Cicuendez (desenho); Spirou 1765


Las aventuras de Buffalo Bill, Classicos ilustrados nº 17, desenhado por Maurice Del Bourgo

Buffalo Bill, Joyas Litterarias

s Juveniles 29, desenhos de Juan Escandell Torres e argumento de Cassarel


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Ivanhoe


Em 1819, mas com data de edição de 1820, Walter Scott publicou Ivanhoe, uma das suas obras mais aclamadas.
Ivanhoe é deserdado pelos eu pai, por causa do apoio que deu ao rei Ricardo Coração de Leão, a quem acompanhou na Cruzada.
Regressa anonimamente a Inglaterra, para tentar obter o perdão do seu pai, e reconquistar Rowena, por quem se apaixonou antes de partir para o Oriente.
A sua estadia em Inglaterra permite-lhe perceber a forma injusta como o Principe João governa.
Em França surgiu Ivanhoe como uma série, em que apesar de nos primeiros números se fazer uma adaptação da obra literária, depois se prosseguiu com a personagem adquirindo as características de resistente à invasão Normanda.

Na minha coleção há as seguintes adaptações da obra.

Ivanhoe, com desenhos de Juan Escandell Torres e adaptação de Cassarel em Joyas Literárias Juveniles nº 16
 
Ivanhoe por Dino Battaglia, pela Editora Valenciana
 
Ivanhoe, no nº 2 de Classics Ilustted, em 1941, desenhado por Norman Nodell
 
Ivanhoe, com desenhos de Chiqui de la Fuente e guião de Luis Conde, de Ediciones Larousse
 
Ivanhoe, na coleção  Biblioteca RTP, com guião de Naunerle Far e desenhos de Gerry Taloac
 
Ivanhoe, na Coleção Audácia, sem indicação dos autores
 


sábado, 23 de abril de 2016

O último dos Mohicanos

Esta é a obra mais conhecida do escritor natural dos Estados Unidos da América, James Fenimore Cooper ( 1789-1851). Localizada em 1757,  narra as aventuras das duas filhas do coronel Munro, Alice e Cora, o major Duncan Heyward, o indio Magua e o músico David Gamut  que vão desde o forte britânico Edward até ao forte William Henry. No caminho encontram-se com Olho de Falcão e Uncas, o último dos Mohicanos.
Tenho 4 adaptações desta obra para banda desenhada.
A primeira é a realizada por José Luís Salinas, publicada originalmente nos anos de 1941 e 1942.



Depois, numa adaptação feita em 1954 por Fred Funcken, O último Moicano, publicado no Mundo de Aventuras 417, de 8 de outubro de 1981.


De terras de Espanha, no volume 8 de Clásicos Ilustrados, mas com publicação original na coleção Joyas Literararias Juveniles, em 1970, um trabalho com argumento de Victor Mora e desenhos de Juan Escandell.




Finalmente, também de Espanha, publicada originalmente na revista Comics número 1, em 1972, uma adaptação de Aura Leon, que em Portugal foi editada na revista Jornal do Cuto,  em 1 de março de 1974, no seu número 104.




sábado, 4 de outubro de 2014

Robinson Crusoe


Quando se fala de Robinson Crusoe é feita imediatamente a associação com o marinheiro naufragado e vivendo isolado numa ilha.
Sem dúvida que essa associação é correta, mas as aventuras de Robinson Crusoe não param com o seu salvamento. Robinson continuou a cruzar o mundo e a viver novas aventuras.
Deve haver múltiplas adaptações desta história para a banda desenhada, mas aqui apenas me referirei  às que tenho acesso na minha coleção.
Em 5 de Maio de 1977  a revista Mundo de Aventuras no nº 188, da então designada V série, mas que atualmente é referenciada como II fase, publicava, sem indicação do autor, uma adaptação de As aventuras de Robinbson Crusoe abarcando todas as suas aventuras num total de  24 páginas a preto e branco.
A adaptação não é de grande qualidade e o início da 2ª parte das aventuras encontra-se muito abreviado.
De Chiqui de la Fuente, com guião de Carlos Soria, uma adaptação com um estilo gráfico diferente.

Uma outra adaptação está na coleção Classicos Ilustrados, que reúne  num único volume várias histórias publicadas na coleção Joyas Literarias Juveniles.
Nesta adaptação temos a clássica aventura da ilha  publicada isolada, com desenhos de Juan Escandell,  e depois uma versão paras as Nuevas Aventuras de Robinson Crusoe desenhada pelo argentino Cesar Aurélio Spadari.