Mostrar mensagens com a etiqueta revistas: Diabrete. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta revistas: Diabrete. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de março de 2023

Centenário do nascimento de Vitor Péon (4)

 Em 14 de agosto de 1946 começa a ser publicada no Diabrete a primeira de várias histórias desenhadas por Péon, que posteriormente, tal como fizera em O Pluto, e faria no Mundo de Aventuras, asseguraria vários episódios em publicação simultânea. Desta sua participação no Diabrete saliente-se Texas Moore, que parece ser uma primeira versão daquela que viria a ser a personagem que o transportaria ao longo do tempo; Tomahawk Tom. Ainda no Diabrete, além dos episódios de banda desenhada, a sua assinatura surge em Sabias Isto uma página de curiosidades.

Nota-se uma extrema pobreza no que se refere ao fundo cenográfico das vinhetas.

 

Eis a lista de trabalhos em banda desenhada que Vítor Péon publicou no Diabrete.

Fred O'Neil em acção, D 326 a 338, 14/8/1946 a 18/9/1946

A herança do faraó 389 a 444, 29/3/1947 a 1/10/47



Missão perigosa, 393 a 451; 12/4/1947 a 25/10/1947



Chico - A casa perigosa, 423 a 434, 19/7/47 a 27/871947

Texas Moore, 427 a 518, 2/8/1947 a 16/6/1948



Wapi, 438 a 491, 10/9/1947 a 13/3/1948

Chico em Nova Iorque, 446 a 520, 8/10/1947 a 23/6/1948



Billy Bojer - A revolta dos Navajos, 467, 20/12/1947

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

sábado, 30 de março de 2019

Nuno Álvares Pereira

Nuno Álvares Pereira nasceu em 1360 em Cernache de Bonjardim. Com a idade de 13 anos foi para a corte, tornando-se escudeiro da rainha Leonor de Teles.
Tinha elevadas capacidades de liderança e estratégia militar, o que rapidamente o guindou ao comando das tropas portuguesas que lutavam contra as de Castela, cujo rei pretendia o trono português após a morte do rei Fernando.
Venceu várias batalhas, mas aquela que mais perdura na memória é a que ocorreu em Aljubarrota em 14 de agosto de 1385, onde conseguiu vencer um exército com cerca de cinco vezes mais homens que o de Portugal.
Após a consolidação do reinado de João I, praticamente abandona a vida militar, participando ainda em 1415 na conquista de Ceuta.
Os seus últimos anos de vida foram passados no Convento do Carmo.
Nuno Álvares Pereira faleceu em 1 de novembro de 1431.
A figura de Nuno Álvares Pereira cruza muitos trabalhos de banda desenhada que tentam retratar a época por ele vivida, e na qual foi uma das personalidades mais relevantes.
Aqui irei referir apenas aqueles trabalhos na minha coleção, em que ele tem um papel mais relevante ou que se centram na sua biografia.

Aljubarrota, por Vitor Peon no Tintin
 

D. Nuno Álvares Pereira, por Fernando Bento, no Diabrete
 

Histórias da nossa História, por Fernando Bento, no Diabrete
 

O Santo Condestável, por Carlos Alberto Pereira, no Mundo de Aventuras
 


O cavaleiro da espada invencível, com argumento de Maria Isabel Mendonça Soares  e desenhos de José Manuel Soares, na Fagulha

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Emílio Freixas (2)

Continua o registo de trabalhos de Emílio Freixas publicados na revista  Diabrete

O segredo da lista telefónica

Guerrilheiros portugueses

A máscara de Buffalo Bill

O tesouro do rei assírio


O mistério  do ano 2000

Os dragões do Tibet

Asas negras

Sadhu, O roubo do tempo de Jama

O faquir invisível

Capitão Mistério, A rainha Tanit

Na revista Cavaleiro Andante


Lutarei por ti

sábado, 18 de agosto de 2018

Emílio Freixas (1)

Emílio Freixas nasceu em Barcelona em 1899. É um dos pioneiros da banda desenhada em Espanha. Desde os anos 20 do século passado que o seu nome surgiu ligado à narrativa desenhada.
A sua criação mais famosa foi O Capitão Mistério que surgiu no ano de 1944.
A partir da década de 50 Emílio Freixas dedicou-se apenas à ilustração, abandonando a banda desenhada.
Foi um dos autores mais publicados em Portugal na década de 40 e 50, e as suas obras salientam-se pela qualidade estética, estando os argumentos perfeitamente enquadrados, naquelas que eram as temáticas formas narrativas da época. Mais tarde, na década de 70 e 80, houve algumas reedições de trabalhos seus.
Emílio Freixas criou um estilo próprio de desenhar, tendo publicado obras sobre técnica de desenho.
Na minha coleção tenho algumas obras de Emilio Freixas. Os episódios que tenho publicados em mais do que uma edição são aqui referenciados apenas na mais antiga.

Publicados na revista O Mosquito (1ª série)

A Heróica Aventura

A Cidade das Três Muralhas

A Seita do Dragão Verde


Publicados em Diabrete

A ilha do vulcões

O diabo dos olhos verdes 

A grande proeza de Primo Villa


Herói sem nome 

sábado, 21 de abril de 2018

Miguel Strogoff

Miguel Strogoff é uma das obras mais conhecidas do escritor francês Júlio Verne (Jules Verne). Publicado em 1876, narra as aventuras de um capitão com este nome, cuja missão é levar desde Moscovo a Irkousk, que está a uma distância de cerca de cinco mil quilómetros, uma carta do czar , ao irmão deste.
Através da enorme Sibéria, os perigos surgem-lhe constantemente, até que prisioneiro, é torturado pelo suplicio da espada em brasa, cujo objetivo é deixá-lo cego. O seu captor, Ogareff, tenta fazer-se passar por ele junto do Príncipe.
Com a ajuda de Nádia, Miguel Strogoff consegue chegar ao seu destino, onde vai defrontar Ogareff.

São três as versões desta obra na minha coleção

Na revista Diabrete, desenhada por Fernando Bento.
 

Por Caprioli na revista Jornal da BD
 


Na coleção Joyas Lieterarias Juveniles, uma adaptação desenhada por Juan Garcia Quiros

sábado, 31 de março de 2018

Desporto na BD (2)

Joe Palooka foi uma outra série dedicada ao boxe.
Uma aventura na Tarania
 
Uma aventura de Max
 
O desastrado
 

Da série Kid Gloves, na revista Mundo de Aventuras
O campeão australiano
 

Há também vários episódios não englobados em qualquer série.
Uns Punhos Formidáveis de Ingemar Johansson, por Jean Graton, na revista Cavaleiro Andante
 

O caminho da glória, publicado na revista Diabrete
 

Os punhos de ouro, a revista FBI
 

Punhos de aço, na revista Cavaleiro Andante
 

Um terrível combate, por Marcelo de Morais no Diabrete
 

Em Guarda Jonny, na revista Zorro
 


Campeão de boxe, por Leguen, no Cavaleiro Andante

quinta-feira, 8 de março de 2018

Baú da revistas: Diabrete

Revista
Diabrete n.º 58

Ficha Técnica
Data da publicação: 7 de fevereiro de 1942
Preço: 1$00
Periodicidade: semanal
Dimensões: 220 mm x 3200 mm
Diretor: Adolfo Simões Muller
Editor: M. Nunes de Carvalho
Propriedade: Empresa Nacional de Publicidade
8 páginas, incluindo a numeração da capa

Conteúdo:
Capa (página 1)
Episódio de continuação de Tarzan, desenhado pro Rex Mason
Página 2
Asas e Ases. Instruções para construção e montagem de um avião em balsa.
Ficha Técnica
Página 3
A bóia de neptuno. Conto sem indicação de autor, com ilustração de Fernando Bento.
Página 4 e 5
Trovão e Relâmpago (Quicke e Flupke), por Hergé
Bequinhas, Beiçudo e Barbaças, por Fernando Bento
Lenda das papoilas.

Página 6
Conversa amena. Secção de correio
A casinha das bonecas. Atividades destinadas a raparigas.
Página 7
Puxa pela cabeça. Vários passatempos
K.O. ao primeiro assalto
Página 8
2 anos de férias. Desenhos de Fernando Bento.

sábado, 7 de outubro de 2017

Diabrete nº 1

O primeiro número desta icónica revista de publicação de banda desenhada em Portugal surgiu em 4 de janeiro de 1944, em plena II guerra mundial.
Numa época em que em Portugal a banda desenhada estava muito longe de se afirmar, sendo considerado um género menor, mesmo quando dedicado ao público infantil, não é de estranhar que a maioria das páginas fosse ocupado com texto, ainda que ilustrado, e muito pouca banda desenhada, que se resume a 8 vinhetas  humorísticas de Bequinhas, Beiçudo e Barbaça, e o início de Bolas de Sabão e O voo do Equador.
A revista anunciava-se com periodicidade semanal, tinha 8 páginas, custava 50 centavos e era dirigida por A. Urbano de Castro.

As dimensões da revista eram 220 x 320mm, o que a coloca atualmente fora de um scanner doméstico para digitalização total da capa.