
O uso da linguagem de Gil Vicente facilitaria o uso da obra na contextualização da época literária estudada.
O Auto da Barca do Inferno é uma mordaz crítica social que
Gil Vicente faz a vários setores da sua sociedade, expondo de
forma rude e cruel as sua falhas morais e a hipocrisia das classes dominantes.
É com um sorriso que lemos as palavras do onzeneiro, do
juiz, da alcoviteira ou do fidalgo, assim como as certíssimas intervenções do
Joane, o parvo que destapa todas as falsidades dos outros intervenientes.
Uma leitura diferente que além do texto nos consegue colocar
no cenário.
Esta adaptação que tenho na minha coleção foi publicada no Jornal da BD.
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