quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Da Bd para o ecrã: Mortadelo e Filemon


Mortadelo e Filemon é uma série de humor de origem espanhola surgida em 20 de janeiro de 1958, da autoria de Francisco Ibañez.

Para televisão, em 1994 foi feita uma animação com 26 episódios.
Em 1969 surgiu uma curta metragem, Festival de Mortadelo y Filemón, que foi uma colagem de várias curtas metragens que pretendiam ser uma série de televisão.

Um ano mais tarde, 1970, foi lançado Segundo festival de Mortadelo y Filemón, numa nova recolha de pequenos episódios.

El armário del tiempo, em 1971, foi a primeira longa metragem criada como tal, de origem.


Em 2014 mais uma longa metragem de animação: Mortadelo y Filemón contra Jimmy el "Cachondo"


Com personagens reais, estreou em 2003 La gran aventura de Mortadelo y Filemón, interpretada por Benito Pocino e Pepe Viyuela.


Mortadelo y Filemón. Misión: Salvar la Tierra, estreou em 2008, 

mantendo Pepe Viyuela no papel de Filemon mas agora com Eduardo Soto no de Mortadelo

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Efeméride: Aura Leon


Faz hoje 82 anos que nasceu, em 22 de dezembro de 1939, o autor Aura Leon.
Vinheta de Chiquito desenhada por Aura Leon

Aura Leon faleceu em 24 de junho de 1993

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Selecções n.º 1


Selecções foi mais uma coleção ligada ao Mundo de A venturas, que surgiu quando esta revista se passou a dedicar ao western. Teve vários formatos mantendo a periodicidade mensal. Apenas publicava histórias completas a pretos a preto e branco.
Durou até ao número 269, terminando em março de 1983. No entanto, o número 158 nunca chegou a ser publicado.
O número 1 custava 2$00, tinha 32 páginas e foi publicado em 10 de abril de 1961. Trazia um episódio de O Fantasma, que como sucedia com frequência, tinha várias vinhetas mutiladas.
O episódio O roubo das joias, desenhado por Wilson McCoy e com argumento de Lee Falk, teve publicação original  entre 21 de julho de 1952 e 11 de outubro do mesmo ano.

sábado, 18 de dezembro de 2021

Humor curto: Pete, o vagabundo


Pete, o vagabundo foi uma série criada pro C.D. Russel em 10 de janeiro de 1932, e, além da característica de humor que a caracterizava, não deixava de ser, também, na época da sua criação, um retrato satírico de uma América em profunda depressão económica e social.
A página reproduzida saiu no Mundo de Aventuras 545 (fase I)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

U-Boot


Série de quatro episódios com álbuns saídos entre 2011 e 2015, da autoria de Jean-Yves Delitte.
O primeiro episódio intitula-se Dr. Mengel e desenrola-se em três espaços e três tempos diferentes.
Em 1945, com a II guerra mundial perto do fim,  um submarino alemão navega no oceano Atlântico. No seu interior um conjunto de casos estranhos parecem levar os seus tripulantes à loucura e à morte.
Em maio de 1951 uma missão de exploração na Amazónia descobre  um submarino alemão abandonado, no interior do grande rio brasileiro.
Em 20159 em Veneza, uma descoberta feita pelo estudante Pietro Campinello conduz ao seu assassinato.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Efeméride: Benoit Roels


Faz hoje 54 anos que nasceu, 15 de dezembro de 1967, que nasceu o desenhador Benoit Roels
Vinheta de Bleu Lezard desenhada por Roels

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Sara Bernahrdt


Sarah Bernhardt nasceu em 22 de abril de 1844 e faleceu em 26 de março de 1923. Foi uma atriz francesa conhecida como Divina Sara. Foi criada num convento, mas um amante da mãe conseguiu que ela entrasse no Conservatório de Paris. Não se evidenciou durante o processo de aprendizagem e só foi aceite por influência do mesmo homem que a colocara no Conservatório.
Foi a partir de 1866 que Sara Bernhardt estabeleceu a sua reputação, quando trabalhou no teatro Odeon.
Formou a sua própria companhia e fez várias digressões na Europa, mas também foi aos Estados Unidos e ao Canadá.
Em 1915, após um acidente em palco, teve que amputar uma perna, o que não a impediu de continuar a carreira de atriz.
É uma das personagens que tem várias adaptações para a banda desenhada. 

Na minha coleção existem três adaptações, uma delas em duas partes.

Sara Bernhardt, na revista Tintin, com desenhos e Cheneval e argumentos de Yves Duval
 


Em Mujeres Celebres, foram publicados dois fascículos.
Sara Bernhardt Reina de la escena no número 27, com autoria de Jose Barajas Menas


Sara Bernhardt La anciana gloriosa no número 27



Num outro registo, há Sara Bernhardt, na série Lucky Luke, com desenhos de Morris, onde resta apenas o de real o registo da passagem da atriz pelos Estados Unidos.