quarta-feira, 17 de maio de 2017

Efeméride: Fernand Dineur

Faz hoje 113 anos que nasceu, 17 de maio de 1904, o autor Fernand Dineur.
Vinheta de Tif e Tondu, uma série criada pelo argumentista Fernand Dineur.


Dineur faleceu em 1 de abril de 1956.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Sem palavras: Sterne

Um excelente autor que na série Adler produziu algumas páginas onde a imagem não necessita de palavras para que a narração seja perfeita e eficaz.





sábado, 13 de maio de 2017

Os rostos da personagem: Jugurtha

Jugurtha (1967-1995)

A série criada para a revista Tintin por Hermann e Laymillie teve apenas três desenhadores.
Tanto Franz como Suro conseguiram manter alguns traços característicos da personagem iniciada no desenho por Hermann.

Hermann

Franz
  

Suro



quinta-feira, 11 de maio de 2017

Colecção Morteiro nº 1

A Colecção Morteiro surgiu no final da década de 70. Não apresenta data de edição, mas pela publicidade e pelas fotos de atores que trazia na contracapa é possível localizar este primeiro número em 1977, muito provavelmente, no ano de 1977 ou 1978.
Tinha um formato reduzido, 115x160 mm, tinha 56 páginas a preto e branco, e era dirigida por Roussado Pinto. Tinha periodicidade semanal e terá durado pelo menos 23 números.  A temática era quase exclusivamente dedicada à II Guerra mundial, mas não em exclusivo.

O primeiro número continha um único episódio: O duelo, sem indicação dos autores, em que um desentendimento ocorrido antes da guerra entre um inglês e um alemão tem continuidade durante o conflito.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Efeméride: Vincent T. Hamlin

Faz hoje 107 anos que nasceu, 10 de maio de 1910, o desenhador Vincent T. Hamlin
Vinheta de Alley Oop,a criação de Hamlin

V. T. Hamlin faleceu em 14 de junho de 1993

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Viriato

A origem de Viriato é incerta, sendo muito provável que ele não fosse um mero pastor, mas alguém pertencente à elite social e militar da Lusitânia.
Não se sabendo as suas origens, muito menos se sabe onde nasceu, parece certo que terá morrido no ano 139. A. C. assassinado por alguns dos seus companheiros que se deixaram subornar pelos romanos.
A localização espacial do guerreiro lusitano também não é clara, embora algumas das vitórias que ele terá tido sobre os romanos se localizem na zona Sul da atual Espanha.
Viriato foi no entanto apropriado por alguns historiadores e políticos de Portugal como sendo um símbolo do espirito lusitano, lutador e guerreiro, que se encerra nos portugueses.
Em Portugal a maior memória deste lusitano está em Viseu, onde existe uma estátua.
Com a apropriação feita politicamente, designadamente no Estado Novo, da personagem de Viriato, não é de estranhar que algumas adaptações de banda desenhada tenham sido feitas.
Na minha coleção existem as seguintes:

Jose Garcês em História da BD publicada em Portugal, 2ª parte

Eugénio Silva, 2 vinhetas em Lições de Historia Pátria.


Jose Garcês no álbum A pátria lusitana, com texto de A. do Carmo Reis

Viriato, na revista Cavaleiro Andante do número 27 ao 60 por José Garcês

Viriato, na revista Jacto entre os números 37 a 48, por Victor Mesquita


sábado, 6 de maio de 2017

Moby Dick

Moby Dick, a baleia branca, perseguida pelo ódio gigantesco que raia a loucura do capitão Achab que comanda um navio com uma tripulação que obedece aos desígnios de quem os comanda.
A história é narrada por Ismael um dos marinheiros do navio Pequod, um dos participantes na busca da vingança do capitão Achab que quer matar Moby Dick correndo o oceano com esse objetivo.
Ismael vai na viagem acompanhado pelo seu amigo Queequeg, que ele conheceu antes da viagem.
As peripécias da viagem e da luta e as meditações de Ismael sobre os mais variados temas das relações humanas tornaram esta obra num dos grandes clássicos da literatura.
O seu autor Herman Melville publicou o texto em 1851 em Nova Iorque e Londres, não tendo grande reconhecimento da crítica, mas o tempo foi criando uma aura em torno deste livro que nunca mais se esbateu.
As adaptações para a banda desenha têm sido múltiplas e deixo algumas referências que possuo.

Fernando Bento publicou Moby Dick no Cavaleiro Andante, de 27 de fevereiro a 2 de julho de 1960, entre os números 426 e 444.
No número 100 do Jornal do Cuto, em 1 de novembro de 1973, uma adaptação de Franco Caprioli, com 12 páginas.
Nas Joyas Literárias Juveniles, uma edição espanhola, no seu número 107, uma versão desenhada por Antonio Carrillo com guião de Cassarel.
Uma adaptação desenhada por Paul Gillon, com guião de Jean Ollivier, num álbum editado pela Hachete.
Numa edição Marvel com Roy Thomas no guião e  com Pascal Alixe e Victor Olazaba na arte.
Na revista Totem nº 2 uma adaptação de Fontanarrosa, La ballena Blanca, com 3 páginas
Com desenho de Chiqui de La Fuente, num guião de Carlos Soria, mais uma adaptação da obra.
Moby Dick por Wil Eisner,  num álbum Norma

Numa edição Glénat, Moby Dick por Chabouté