Título
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Um brinquedo
de um milhão
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Série
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Fantasma
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Autores
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Argumento: Lee Falk
Desenho: Wilson
McCoy
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Dados sobre o episódio
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Data da publicação original: de 2 de junho de 1952 a 19 de julho de
1952
Leitura: Canguru nº 76
Data da publicação: 27 de agosto de 1974
29 páginas p/b
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Resumo
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Um duo de bandidos esconde diamantes dentro do brinquedo de uma criança,
para que desse modo possam abandonar o barco onde todos se encontram, mesmo
sendo revistados.
Já em terra, perante a impossibilidade de levarem o brinquedo que
está amarrado à criança, levam os dois e dirigem-se para selva. Quando param
o carro a criança foge. O aparecimento de um leão leva os bandidos a fugirem também.
Quando o leão ataca a criança, surge o Fantasma que a salva. Percebe que a
criança foi raptada, mas não acredita que o objetivo dos bandidos fosse levarem
o brinquedo. Deixa a criança numa aldeia enquanto vai telefonar à polícia. Os
bandidos regressam e conseguem recuperar o brinquedo, mas são perseguidos
pelo fantasma que os apanha e descobre os diamantes.
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Comentário
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Este episódio tem o problema de as vinhetas terem sido remontadas
para serem publicadas nesta revista de formato pequeno.
Os rostos desenhados por Wilson McCoy não expressam emoções, mantendo-se estáticos, e embora o desenho se torne agradável de ver, nota-se uma certa neutralidade do rosto em diferentes contextos.
O argumento está dentro da linha seguida nos anos 50 por Lee Falk, em
que os confrontos entre o Fantasma e grupos de bandidos eram frequentes.
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segunda-feira, 11 de agosto de 2014
relendo... ao acaso: Fantasma
sábado, 9 de agosto de 2014
Mataram o rei!... Viva a républica!
1890. Dois irmãos, João e Madalena, chegam à estação do
Rossio, vindos do Porto. Logo à saída têm um encontro, com Manuel de Sousa, que
irá condicionar os seus futuros,
Os dois atravessarão os acontecimentos que levarão, primeiro
à morte do rei D. Carlos e depois à implantação da républica.
Os diferentes percursos dos irmãos, relatam também duas
visões diferentes dos factos. De um dos lados, o republicano João, com as suas ligações
à Carbonária, e do outro Madalena que
se transforma numa das amantes do rei.
José Ruy apresenta uma interessante forma de narrar os fatos
históricos, dando-lhe precisão, mas acrescentando valor ficcional ao relato.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
baú das revistas: Fantasma
Revista
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Fantasma n.º 7
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Características
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Preço: 15$00
Dimensões: 135 mm x 195 mm
Diretora: Maria Antónia A.
Graça
Propriedade: HE- Hiquafi-Editora, Lda.
64 páginas
Capa a cores
Interior a preto e branco
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Conteúdo
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Capa:
Sem indicação do autor
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Página 1:
A opção. Episódio de O Fantasma desenhado por Sy Barry com argumento
de Lee Falk. Publicação original nas
tiras diárias entre 26 de agosto de 1974 e 28 de dezembro de 1974.
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Página 64:
Ficha Técnica
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Contracapa interior:
Em branco
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Contracapa:
Publicidade a uma loja de artigos para artes marciais
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quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Efeméride - Jean-Claude Gal
Faz hoje 72 anos que nasceu, 6 de agosto de 1942,
Jean-Claude Gal.
Um povoado perdido à espreita. Trabalho Jean-Claude Gal publicado na revista Jornal da BD
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
relendo... ao acaso: Erik, o Vermelho
Título
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(sem titulo)
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Série
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Eric o vermelho
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Autores
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Argumento: Jean Ollivier
Desenho: Eduardo Teixeira Coelho
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Dados sobre o episódio
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Publicação original: Pif Gadget nº 399 (França)
Data da publicação original: 18 de outubro de 1976
Leitura: Mundo de Aventuras nº 564 (II fase)
Data da publicação: 1 de dezembro de 1985
12 páginas p/b
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Resumo
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Erik foi banido do reino da Noruega e prepara a sua partida. Os filhos
de Bjarn, o homem que ele matou, tentam matá-lo sem o conseguir. São avisados
pelo rei que enquanto Erik estiver na Noruega não poderão fazer-lhe qualquer
mal.
Quando Erik se faz ao mar, os filhos de Bjarn atacam-no com barcos, mas com a ajuda dos deuses, Erik consegue vencer e seguir caminho. |
Comentário
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Argumento marcado pela mitologia escandinava, com os homens e os
deuses a relacionarem-se.
Eduardo Teixeira Coelho nesta fase da sua carreira tem um domínio
perfeito da anatomia humana. A má qualidade do papel e da impressão colaboram
na degradação das imagens impressas fazendo parecer que existem múltiplas imperfeições nos
traços ou mesmo ausência deles.
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