segunda-feira, 11 de agosto de 2014

relendo... ao acaso: Fantasma



Título
Um brinquedo de um milhão

Série
Fantasma

Autores
Argumento: Lee Falk
Desenho: Wilson McCoy

Dados sobre o episódio
Data da publicação original: de 2 de junho de 1952 a 19 de julho de 1952
Leitura: Canguru nº 76
Data da publicação: 27 de agosto de 1974
29 páginas p/b
Resumo
Um duo de bandidos esconde diamantes dentro do brinquedo de uma criança, para que desse modo possam abandonar o barco onde todos se encontram, mesmo sendo revistados.
Já em terra, perante a impossibilidade de levarem o brinquedo que está amarrado à criança, levam os dois e dirigem-se para selva. Quando param o carro a criança foge. O aparecimento de um leão leva os bandidos a fugirem também. Quando o leão ataca a criança, surge o Fantasma que a salva. Percebe que a criança foi raptada, mas não acredita que o objetivo dos bandidos fosse levarem o brinquedo. Deixa a criança numa aldeia enquanto vai telefonar à polícia. Os bandidos regressam e conseguem recuperar o brinquedo, mas são perseguidos pelo fantasma que os apanha e descobre os diamantes.

Comentário
Este episódio tem o problema de as vinhetas terem sido remontadas para serem publicadas nesta revista de formato pequeno.
Os rostos desenhados por Wilson McCoy não expressam emoções, mantendo-se estáticos, e embora o desenho se torne agradável de ver, nota-se uma certa neutralidade do rosto em diferentes contextos.
O argumento está dentro da linha seguida nos anos 50 por Lee Falk, em que os confrontos entre o Fantasma e grupos de bandidos eram frequentes.



sábado, 9 de agosto de 2014

Mataram o rei!... Viva a républica!



1890. Dois irmãos, João e Madalena, chegam à estação do Rossio, vindos do Porto. Logo à saída têm um encontro, com Manuel de Sousa, que irá condicionar os seus futuros,
Os dois atravessarão os acontecimentos que levarão, primeiro à morte do rei D. Carlos e depois à implantação da républica.
Os diferentes percursos dos irmãos, relatam também duas visões diferentes dos factos. De um dos lados, o republicano João, com as suas ligações à Carbonária,   e do outro Madalena que se transforma numa das amantes do rei.
José Ruy apresenta uma interessante forma de narrar os fatos históricos, dando-lhe precisão, mas acrescentando valor ficcional ao relato.


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

baú das revistas: Fantasma



Revista
Fantasma n.º 7

Características
Preço: 15$00
Dimensões: 135 mm x 195 mm
Diretora:  Maria Antónia A. Graça
Propriedade: HE- Hiquafi-Editora, Lda.
64 páginas
Capa a cores
Interior a preto e branco

Conteúdo
Capa:
Sem indicação do autor

Página 1:
A opção. Episódio de O Fantasma desenhado por Sy Barry com argumento de Lee Falk. Publicação  original nas tiras diárias entre 26 de agosto de 1974 e 28 de dezembro de 1974.

Página 64:
Ficha Técnica
Contracapa interior:
Em branco
Contracapa:
Publicidade a uma loja de artigos para artes marciais

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Efeméride - Jean-Claude Gal



Faz hoje 72 anos que nasceu, 6 de agosto de 1942, Jean-Claude Gal.
 Um povoado perdido à espreita. Trabalho Jean-Claude Gal publicado na revista Jornal da BD

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

relendo... ao acaso: Erik, o Vermelho



Título
(sem titulo)

Série
Eric o vermelho

Autores
Argumento: Jean Ollivier
Desenho: Eduardo Teixeira Coelho

Dados sobre o episódio
Publicação original: Pif Gadget nº 399 (França)
Data da publicação original: 18 de outubro de 1976
Leitura: Mundo de Aventuras nº 564 (II fase)
Data da publicação: 1 de dezembro de 1985
12 páginas p/b
Resumo
Erik foi banido do reino da Noruega e prepara a sua partida. Os filhos de Bjarn, o homem que ele matou, tentam matá-lo sem o conseguir. São avisados pelo rei que enquanto Erik estiver na Noruega não poderão fazer-lhe qualquer mal.
Quando Erik se faz ao mar, os filhos de Bjarn atacam-no com barcos, mas com a ajuda dos deuses, Erik consegue vencer e seguir caminho.

Comentário
Argumento marcado pela mitologia escandinava, com os homens e os deuses a relacionarem-se.
Eduardo Teixeira Coelho nesta fase da sua carreira tem um domínio perfeito da anatomia humana. A má qualidade do papel e da impressão colaboram na degradação das imagens impressas fazendo parecer  que existem múltiplas imperfeições nos traços ou mesmo ausência deles.