quinta-feira, 25 de maio de 2017

Walt Disney

Walter Elias Disney nasceu em 5 de dezembro de 1901 e faleceu em 15 de dezembro de 1966 é um pai de uma indústria de desenhos animados e de banda desenhada que ainda hoje se mantém
No final dos anos 20 e inicio dos anos 30 produziu e dirigiu uma série de filmes de desenhos animados, onde surgiu uma série de personagens que ainda hoje fazem sucesso, onde se salientam o Pato Donald  e Mickey Mouse.
Em simultâneo começou a investir em longas metragens onde se destacam Pinóquio e Branca de Neve e os sete anões.
Na década de 50 criou o seu parque de diversões, Disneylandia.
Em 19767 William Vance desenhou Et Disney créa Mickey para  a revista Tintin, uma história de 4 páginas que aborda uma das fases mais importantes da vida deste homem que tanto influenciou a industria cinematográfica.

Em Portugal a banda desenhada foi publicado no primeiro número da revista Tintin em 1 de junho de 1968

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Efeméride: Alfred Andriola

Faz hoje 105 anos que nasceu, 24 de maio de 1912, o desenhador Alfred Andriola.
 

Vinheta de Kerry Drake, a série criada por Andriola


Alfred Andriola faleceu em 29 de março de 1983.

sábado, 20 de maio de 2017

A BD e a guerra: Banzai

Em França foram muitas as coleções dedicadas à temática da guerra, designadamente a II guerra mundial, embora por vezes, nessas mesmas revistas, surgissem episódios isolados passados noutros contextos bélicos.
A editora Arédit iniciou a coleção Banzai em julho de 1968 tendo prolongado a sua publicação até à segunda metade da década seguinte.
Em janeiro de 1984 iniciou a segunda série até 1987.

No nº 20 da 1ª série, um episódio que não está assinado, mas que tem o estilo inconfundível de Joe Kubert.

Uma página e a capa do nº 1 da 2ª série




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Baú das revistas: Guerra


Revista
Guerra n.º 204

Características
Data da publicação: 15 de fevereiro de 1980
Preço: 12$50
Periodicidade: quinzenal
Dimensões: 120 mm x 165 mm
Diretor: Batista Rosa
Propriedade: Aguiar & Dias, Lda
Distribuição: Agência Portuguesa de Revistas
64 páginas
Capa colorida
Interior a preto e branco
Conteúdo:
Capa:
Sem indicação de autor
Capa interior:
Em branco
Página 1:
Fogo sobre Midway
Página 64:
Ficha Técnica
Contracapa interior:
Em branco
Contracapa:
Publicidade a camisolas do Homem Aranha

Comentário
Relato da batalha de Midway


quarta-feira, 17 de maio de 2017

Efeméride: Fernand Dineur

Faz hoje 113 anos que nasceu, 17 de maio de 1904, o autor Fernand Dineur.
Vinheta de Tif e Tondu, uma série criada pelo argumentista Fernand Dineur.


Dineur faleceu em 1 de abril de 1956.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Sem palavras: Sterne

Um excelente autor que na série Adler produziu algumas páginas onde a imagem não necessita de palavras para que a narração seja perfeita e eficaz.





sábado, 13 de maio de 2017

Os rostos da personagem: Jugurtha

Jugurtha (1967-1995)

A série criada para a revista Tintin por Hermann e Laymillie teve apenas três desenhadores.
Tanto Franz como Suro conseguiram manter alguns traços característicos da personagem iniciada no desenho por Hermann.

Hermann

Franz
  

Suro



quinta-feira, 11 de maio de 2017

Colecção Morteiro nº 1

A Colecção Morteiro surgiu no final da década de 70. Não apresenta data de edição, mas pela publicidade e pelas fotos de atores que trazia na contracapa é possível localizar este primeiro número em 1977, muito provavelmente, no ano de 1977 ou 1978.
Tinha um formato reduzido, 115x160 mm, tinha 56 páginas a preto e branco, e era dirigida por Roussado Pinto. Tinha periodicidade semanal e terá durado pelo menos 23 números.  A temática era quase exclusivamente dedicada à II Guerra mundial, mas não em exclusivo.

O primeiro número continha um único episódio: O duelo, sem indicação dos autores, em que um desentendimento ocorrido antes da guerra entre um inglês e um alemão tem continuidade durante o conflito.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Efeméride: Vincent T. Hamlin

Faz hoje 107 anos que nasceu, 10 de maio de 1910, o desenhador Vincent T. Hamlin
Vinheta de Alley Oop,a criação de Hamlin

V. T. Hamlin faleceu em 14 de junho de 1993

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Viriato

A origem de Viriato é incerta, sendo muito provável que ele não fosse um mero pastor, mas alguém pertencente à elite social e militar da Lusitânia.
Não se sabendo as suas origens, muito menos se sabe onde nasceu, parece certo que terá morrido no ano 139. A. C. assassinado por alguns dos seus companheiros que se deixaram subornar pelos romanos.
A localização espacial do guerreiro lusitano também não é clara, embora algumas das vitórias que ele terá tido sobre os romanos se localizem na zona Sul da atual Espanha.
Viriato foi no entanto apropriado por alguns historiadores e políticos de Portugal como sendo um símbolo do espirito lusitano, lutador e guerreiro, que se encerra nos portugueses.
Em Portugal a maior memória deste lusitano está em Viseu, onde existe uma estátua.
Com a apropriação feita politicamente, designadamente no Estado Novo, da personagem de Viriato, não é de estranhar que algumas adaptações de banda desenhada tenham sido feitas.
Na minha coleção existem as seguintes:

Jose Garcês em História da BD publicada em Portugal, 2ª parte
Eugénio Silva, 2 páginas em Lições de Historia Pátria.
Jose Garcês no álbum A pátria lusitana, com texto de A. do Carmo Reis
Viriato, na revista Cavaleiro Andante do número 27 ao 60 por José Garcês

Viriato, na revista Jacto entre os números 37 a 48, por Victor Mesquita


sábado, 6 de maio de 2017

Moby Dick

Moby Dick, a baleia branca, perseguida pelo ódio gigantesco que raia a loucura do capitão Achab que comanda um navio com uma tripulação que obedece aos desígnios de quem os comanda.
A história é narrada por Ismael um dos marinheiros do navio Pequod, um dos participantes na busca da vingança do capitão Achab que quer matar Moby Dick correndo o oceano com esse objetivo.
Ismael vai na viagem acompanhado pelo seu amigo Queequeg, que ele conheceu antes da viagem.
As peripécias da viagem e da luta e as meditações de Ismael sobre os mais variados temas das relações humanas tornaram esta obra num dos grandes clássicos da literatura.
O seu autor Herman Melville publicou o texto em 1851 em Nova Iorque e Londres, não tendo grande reconhecimento da crítica, mas o tempo foi criando uma aura em torno deste livro que nunca mais se esbateu.
As adaptações para a banda desenha têm sido múltiplas e deixo algumas referências que possuo.

Fernando Bento publicou Moby Dick no Cavaleiro Andante, de 27 de fevereiro a 2 de julho de 1960, entre os números 426 e 444.
No número 100 do Jornal do Cuto, em 1 de novembro de 1973, uma adaptação de Franco Caprioli, com 12 páginas.
Nas Joyas Literárias Juveniles, uma edição espanhola, no seu número 107, uma versão desenhada por Antonio Carrillo com guião de Cassarel.
Uma adaptação desenhada por Paul Gillon, com guião de Jean Ollivier, num álbum editado pela Hachete.
Numa edição Marvel com Roy Thomas no guião e  com Pascal Alixe e Victor Olazaba na arte.
Na revista Totem nº 2 uma adaptação de Fontanarrosa, La ballena Blanca, com 3 páginas
Com desenho de Chiqui de La Fuente, num guião de Carlos Soria, mais uma adaptação da obra.
Moby Dick por Wil Eisner,  num álbum Norma

Numa edição Glénat, Moby Dick por Chabouté


quinta-feira, 4 de maio de 2017

A BD e a guerra: Au nom de tous les miens

Au nome de tous les miens é uma adaptação para banda desenhada, feita por Paul Gillon, com argumento de Patrick Cothias, do livro homónimo escrito por Max Gallo e que é a  autobiografia do judeu de origem polaca Martin Gray, cujo verdadeiro nome é Mieczysław Grajewski.
Narra a vida deste autor, na sua resistência no gueto de Varsóvia e na prisão em Treblinka de onde conseguiu fugir.
A fase referente a Treblinka é considerada polémica, com alguns críticos a considerarem que é ficcionada, por data e testemunhos de sobreviventes não coincidirem com os factos narrados.
Não deixa de ser uma obra importante para a memória do futuro sobre um tempo de loucura que destruiu milhões de vidas.

Primeiro volume: Les fourmis

Antes da guerra

A Polónia ocupada



Segundo volume: Les renards

A sobrevivência no gueto

A luta contra os alemães


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Efeméride: John Cullen Murphy

Faz hoje 98 anos que nasceu, 3 de maio de 1919, o desenhador norte americano John Cullen Murphy.
Vinheta de Big Ben Bolt  a criação de Murphy.


John Cullen Murphy faleceu em 2 de julho de 2004

sábado, 29 de abril de 2017

Os falsos diamantes

Duas companhias concorrem para a construção de um troço de linha ferroviária.
Entretanto surge um pesquisador com um diamante. Dois homens forçam-no a dizer onde encontrou o diamante e todos os homens que trabalham para a companhia Worlk resolvem abandonar o seu trabalho e ir procurar os diamantes que parece ser possível encontrara em grande quantidade num dado local.
Red Hunslet e Perry Bromm, responsáveis pela boa execução da obra vão tentar demover os seus trabalhadores de tentarem encontrar diamantes e convencê-los a voltarem ao trabalho.
São agredidos e quando recobram os sentidos verificam que os famosos diamantes são falsos.
Quando regressam ao local onde se encontram acampados descobrem que tudo não passou de um golpe da companhia rival para que fossem afastados da construção da ferrovia
O episódio foi publicado na coleção FBI nº 248, sem indicação de autores


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Os rostos de um autor: Victor Hubinon

Victor Hubinon (1924-1979)

Autor desaparecido prematuramente, quando ainda tinha muito para dar a banda desenhada.
Algumas personagens têm os olhos muito semelhantes, Tiger Joe, Buck Danny, Surcouf, o que lhe dá fisionomias com algumas semelhanças. Já Barba Ruiva aparenta traços distintos de outros protagonistas.
Hubinon desenhou também Blondin e Cirage respeitando o traço do autor original, no que diz respeito aos protagonistas.

Pistolin

Blondin e Cirage




Barba Ruiva

Buck Danny

Tiger Joe


Surcouf



quarta-feira, 26 de abril de 2017

Efeméride: Victor Hubinon

Faz hoje 83 anos que nasceu, 26 de abril de 1924, o desenhador belga Victor Hubinon.
Vinheta de Tiger Joe, uma série criada por Victor Hubinon


Victor Hubinon faleceu em 8 de janeiro de 1979.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Baú das revistas: Camarada


Revista
Camarada nº 63

Ficha Técnica
Data da publicação: 3 de setembro de 1949
Preço:  1$20
Periodicidade: quinzenal
Dimensões: 220 mm x 270 mm
Diretor: Baltazar Rebelo de Sousa
Propriedade: O.N.M.P.
16 páginas, incluindo a numeração da capa e contracapa
Cores

Conteúdo:
Capa:
Sem indicação de autor
Capa interior:
Conclusão do conto, O homem que tinha a mania que era um grão de milho
Continuação de O enigma do lume.
Página 3:
Continuação da novela Uma aventura do Balecas
Página 4:
Continuação da novela Hassan, o audaz.
Página 5:
Continuação do episódio Audaz o cow-boy justiceiro, desenhado por Vitor Peon
Página 6:
Conto As preocupações do Sr. Matias
Página 7
A invenção do cinema- Texto informativo
Página 8
Inicio de Uma aventura no Japão desenhada por António Vaz Pereira
Página 10
Passatempos vários
Página 12
Continuação de A princesa e mágico desenhada por José Garcês
Página 13
Episódio em continuação O ídolo, desenhado por Júlio Gil.
Página 14
Mistério e Aventura. Secção policial
Página15
Conclusão do texto Macau.
Capa
Curiosidades
Ficha Técnica