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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

D. Quixote de la Mancha

El ingenioso hidalgo Don Quixote de La Mancha teve a sua primeira edição em 1605, da utoria de Miguel de Cervantes.
Atualmente conhecida como D. Quixote de La Mancha esta é uma das obras mais conhecidas e mais importantes na literatura mundial. É a narração das aventuras de um cavaleiro psicologicamente desequilibrado que transforma em extraordinárias aventuras, as situações mais banais do quotidiano, sempre na companhia do escudeiro Sancho Pança, que tenta trazê-lo à realidade.
Obra com imensas adaptações para a banda desenhada, refiro as que possuo na minha coleção.

Por Chiqui de La Fuente na coleção Joyas Literarias Ilustradas
 
Por Juan Garcia  Quirós em Joyas Literarias Juveniles
 
Por Zansky na edição dos Estados Unidos, Classics Ilustrated nº 11, em fevereiro de 1944.
 

Por José Grau na coleção Clasicos Ilustrados
 
Por David Pellet, numa edição brasileira de L&PM Editores
 
P
or Leopoldo Sanchez
 

Por Cubero , numa edição Editorial Vergi
 

Por Wil Eisner, da Norma Editorial

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Alice no país das maravilhas

Em 1865 Alice caía na toca do coelho e assim se dava início a uma narrativa que encantou várias gerações de jovens adultos.
Alice no país das Maravilhas é uma obra de Lewis Carrol que narra as aventuras de uma menina num mundo de fantasia, a que teve acesso pela toca do coelho. Aí ai encontrar as mais estranhas personagens com quem se alia ou de quem tem que se defender.
No final, tudo não passa de um sonho.
As adaptações desta obra deverão ser muitas. Na minha coleção tenho cinco.

Alicia en el pais de las maravillas , por Chiqui de La Fuente
Alicia en el pais de las maravillas, na Coleção Joyas Literarias Juveniles, Trinidad Tinture Navarro 
 
Na revista Cavaleiro Andante, entre os números 1 e 26, de 5 de janeiro a  28 de junho de 1952. uma adaptação de Fernandes Silva
 

Na Coleção Histórias, numa edição em que a narração em banda desenhada intercalava as páginas só com o texto, permitindo as duas leituras de modo independente, com desenhos de Maria Barrera


Numa edição feita nos Estados Unidos em 1948, na coleção Classics Illustrated, com desenhos de Alex A. Blum.


sábado, 6 de maio de 2017

Moby Dick

Moby Dick, a baleia branca, perseguida pelo ódio gigantesco que raia a loucura do capitão Achab que comanda um navio com uma tripulação que obedece aos desígnios de quem os comanda.
A história é narrada por Ismael um dos marinheiros do navio Pequod, um dos participantes na busca da vingança do capitão Achab que quer matar Moby Dick correndo o oceano com esse objetivo.
Ismael vai na viagem acompanhado pelo seu amigo Queequeg, que ele conheceu antes da viagem.
As peripécias da viagem e da luta e as meditações de Ismael sobre os mais variados temas das relações humanas tornaram esta obra num dos grandes clássicos da literatura.
O seu autor Herman Melville publicou o texto em 1851 em Nova Iorque e Londres, não tendo grande reconhecimento da crítica, mas o tempo foi criando uma aura em torno deste livro que nunca mais se esbateu.
As adaptações para a banda desenha têm sido múltiplas e deixo algumas referências que possuo.

Fernando Bento publicou Moby Dick no Cavaleiro Andante, de 27 de fevereiro a 2 de julho de 1960, entre os números 426 e 444.
No número 100 do Jornal do Cuto, em 1 de novembro de 1973, uma adaptação de Franco Caprioli, com 12 páginas.
Nas Joyas Literárias Juveniles, uma edição espanhola, no seu número 107, uma versão desenhada por Antonio Carrillo com guião de Cassarel.
Uma adaptação desenhada por Paul Gillon, com guião de Jean Ollivier, num álbum editado pela Hachete.
Numa edição Marvel com Roy Thomas no guião e  com Pascal Alixe e Victor Olazaba na arte.
Na revista Totem nº 2 uma adaptação de Fontanarrosa, La ballena Blanca, com 3 páginas
Com desenho de Chiqui de La Fuente, num guião de Carlos Soria, mais uma adaptação da obra.
Moby Dick por Wil Eisner,  num álbum Norma

Numa edição Glénat, Moby Dick por Chabouté


sábado, 4 de outubro de 2014

Robinson Crusoe


Quando se fala de Robinson Crusoe é feita imediatamente a associação com o marinheiro naufragado e vivendo isolado numa ilha.
Sem dúvida que essa associação é correta, mas as aventuras de Robinson Crusoe não param com o seu salvamento. Robinson continuou a cruzar o mundo e a viver novas aventuras.
Deve haver múltiplas adaptações desta história para a banda desenhada, mas aqui apenas me referirei  às que tenho acesso na minha coleção.
Em 5 de Maio de 1977  a revista Mundo de Aventuras no nº 188, da então designada V série, mas que atualmente é referenciada como II fase, publicava, sem indicação do autor, uma adaptação de As aventuras de Robinbson Crusoe abarcando todas as suas aventuras num total de  24 páginas a preto e branco.
A adaptação não é de grande qualidade e o início da 2ª parte das aventuras encontra-se muito abreviado.
De Chiqui de la Fuente, com guião de Carlos Soria, uma adaptação com um estilo gráfico diferente.

Uma outra adaptação está na coleção Classicos Ilustrados, que reúne  num único volume várias histórias publicadas na coleção Joyas Literarias Juveniles.
Nesta adaptação temos a clássica aventura da ilha  publicada isolada, com desenhos de Juan Escandell,  e depois uma versão paras as Nuevas Aventuras de Robinson Crusoe desenhada pelo argentino Cesar Aurélio Spadari.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

relendo.. ao acaso: Vance Flanagan



Título
A lei de Talião

Série
Vance Flanagan

Autores
Desenhos: Chiqui de La Fuente

Dados sobre o episódio
Publicação original: provavelmente na revista espanhola Hazañas del  Oeste
Leitura: Ciclone nº 37
Data da publicação: Dezembro de 1961 ou Janeiro de 1962
7 páginas/ p/b e outra cor
Resumo
Um mascarado assaltou Silas, foi ferido e fugiu. Silas acusa o seu irmão de o ter tentado matar e roubar e não deixa que o gado deste vá beber nas suas terras. Leed, capataz do irmão de Silas, não tem alternativa e força a ida da sua manada ao rio.
Com o apoio de Vance, Leed consegue derrotar um pistoleiro contratado por Silas e leva este sozinho para o deserto. Aí, mantém-no sem beber durante várias horas para que o rancheiro sinta o que o gado do irmão sofre. Quando Vance deixa Silas beber, este ataca-o. Caem os dois numa fenda onde se encontra um cadáver e a bolsa do dinheiro roubado. Silas percebe então que se enganou e não fora o seu irmão que o tentara roubar.

Comentário
Embora o argumento não seja  brilhante, com uma história pouco original e demasiado moralista, o desenho de Chiqui de la Fuente é bom, ficando prejudicado pela reduzida dimensões das páginas da revista onde o episódio foi publicado.
A data da edição portuguesa não é fácil de definir, uma vez que a revista não tinha a data  em que era publicada.