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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

efeméride: Malik

Faz hoje 70 anos que nasceu, 2 de janeiro de 1948, o desenhador belga Malik.

Vinheta de Archie Cash, a criação de Malik

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Relendo... ao acaso: Archie Cash

Título
Black mygale

Série
Archie Cash

Autores
Argumento: Malyk
Desenhos: Brouyere

Dados sobre o episódio
Título original: Black mygale
Publicação original: Revista Spirou no n.º 1887.
Data da publicação original: 13 de junho de 1974
Leitura: Revista Mundo de Aventuras 270 (II fase)
Data da publicação: 30de novembro de 1978
11 páginas/ preto e branco

Resumo
Um grupo mafioso tenta que o dono de um restaurante tenha que lhes pagar 10% dos lucros. Cash resolve ajudar o proprietário e, na noite em que os bandidos deverão ir saber a resposta que este lhes dará, aguarda pela sua chegada.
Os criminosos  já se tinham no entanto infiltrado dentro do estabelecimento, anulando os trabalhadores. Apesar do contratempo Cash, descobre a troca e consegue resolver o assunto.

Comentário

O desenho desta série é dos que mais aprecio, pois consegue atribuir às personagens uma extraordinária plasticidade. 


sábado, 7 de novembro de 2015

Onomatopeias (5)

E agora, aplausos!
Uderzo em Astérix

Bernard Vrancken em IR$


Sons diversos de pancadas entre diferentes materiais
Weyland em Aria

Edgar Pierre Jacobs em Blake e Mortimer

Michel Blanc-Dumont em A Juventude de Blueberry

François Craenhals em Fantômette


A “voz” da pantera por Boube em L’epée de cristal

O ruído de um paraquedas a abrir-se por Derib em Pythagore

 O bater das assas dos pássaros por Michel Blanc-Dumont em A Juventude de Blueberry



O ruído de materiais a quebrar é comum.
Malik em Archie Cash
Christophe Simon em Alix


Uderzo em Belloy

Edgar Pierre Jacobs em Blake e Mortimer


Não é muito frequente este som do pescoço a partir.
Michel Blanc-Dumont em A Juventude de Blueberry

Torneira a pingar por Antonio Parras em Le lievre de Mars

Uma onomatopeia muito rara. O som do ato de fumar por Toshy no álbum Le chien de Minuit

O som das quedas pode ser distinto consoante o material do corpo que cai e as características do piso onde ocorre a queda. Eis alguns exemplos.

Cristiano Spadoni em Julia Kendall

Christophe Simon em Alix


Hugo Pratt no álbum A Ilha do Tesouro

Uderzo em Astérix

Derib em Pythagore

Turk em Robin da Mata



sábado, 19 de setembro de 2015

Onomatopeias (1)

As onomatopeias são um elemento característico da banda desenhada. Embora haja autores que não as usam, um número elevado de desenhadores coloca aquelas palavras que pretendem imitar sons nas suas vinhetas. Algumas das onomatopeias não o são verdadeiramente, pois começaram a usar-se as palavras inglesas para identificar os sons. Talvez o exemplo mais evidente seja o bang, para descrever a explosão do disparo, uma vez que bang é explosão em inglês. Outros exemplos são crash e ring.
Irão aqui ser colocadas algumas onomatopeias, não apenas as portuguesas, mas também espanholas, francesas e outras que surgem em alguma séries.
Começa-se com o disparo da pistola ou de espingarda, incluindo o bang, que na realidade não é onomatopeia.
Malik na série Archie Cash
  
Michel Blanc-Dumont num disparo sem bala em A Juventude de Blueberry

Michel Blanc-Dumont também em A Juventude de Blueberry


Christian  Denayer em Alain Chevalier

Pascal Dabere em Lucky Luke

José Muñoz em Alack Sinner


Jérémy em Barracuda

Antonio Parras em Le lievre de Mars

Fructuoso em Justin Hiriarti

José Ortiz em Os Grandes Mitos do oeste

Hugo Pratt no álbum a Ilha do Tesouro
Fournier em Spirou e Fantásio
Um disparo com silenciador por Walthéry em Natacha
O ruido da aceleração dos carros é representado por Jean Graton através de onomatopeias, produzindo algumas vinhetas onde o leitor se sente colocado no ruído. Fica aqui uma vinheta desse autor, uma outra de Christian Denayer, também um desenhador especialista em automóveis, e uma de Coria.
Jean Graton em Michel Vaillant

Christian Denayer em Les Casseurs ( Al & Brock)

Coria em Bob Morane

 Ruido de um apito.
Fructuoso no álbum Indianoa

René Follet em Edmund Bell



Sy Barry em O Fantasma

 Semelhante ao apito, mas diferente, é o som do assobio.
Jerémy em Barracuda