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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Paul Foran

A série surgiu na revista Spirou em 10 de outubro de 1968, no número 1591. Foram seus criadores, Jesus Blasco, sob o pseudónimo de Montero, e José Larraz, que assinava como Gil.
Paul Foran trabalha na Brigada Especial, é físico, sendo ainda piloto de aviões, dispara muito bem e sabe montar cavalos.
As histórias da série vagueiam entre a ficção científica, nos primeiros episódios, e o policial. O terrorismo e o banditismo internacional são outra das temáticas abordadas.
Depois de Blasco o desenhador passou a se Jordi Bernet, a partir de A múmia, sendo o último episódio apenas da autoria de José Larraz , que o assinou com o pseudónimo de Watman

Os episódios da série, presentes na minha coleção, são, por ordem cronológica de criação.

O mistério do lago, na revista Mundo de Aventuras números 72 e 73 de 13/2/5 e 20/2/75, na revista  Spirou, 2ª série, entre os números 21 e 28, com data de publicação de 28/8/79 a 16/10/79 e na revista Jornal da BD, nº 74 em 24/7/84.
 

O gang dos vampiros, no Mundo de Aventuras 84 e 85 em 8/5/75 e 15/5/75
 

Chantagem à Terra, Mundo de Aventuras 128 e 129 de 11/3776 e 18/3/76
 

A Múmia,  Mundo de Aventuras 106 e 107, de 9/9/75 e 16/9/75
 

O habitante do moinho, Mundo de Aventuras 146 e 147, de 15/7/76 e 22/7/76
 

Os demónios da selva, Mundo de Aventuras 157 e 158 de 30/9/76 e 7/10/76
 

Tempestade nas Caraíbas, Mundo de Aventuras 306 e 307 de 16/8779 e 23/8/79
 

A sombra do gorila, Mundo de Aventuras 262 de 5/10/78
 

Le retour de Ling–Hur, Spirou 2017 a 2027, entre 9/12/76 e 17/2/77
 

Le repaire de la mort lente, Spirou 2139 a 2151, entre 12/4/79 e 5/7/79



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Pocahontas

Pocahontas é uma das personagens que alimenta a imaginação popular nos Estados Unidos da América e na Inglaterra. É muito difícil distinguir o que separa a fantasia da realidade, pois não existe nenhum relato escrito dos factos ocorridos na época, tendo toda a narrativa transitado por via oral.
Sabe-se que Pocahontas terá nascido por volta de 1595 na região da Virgínia. Filha de um chefe índio, acabou por casar com um branco, Thomas Rolfe, em 1616, a quem terá acompanhado  a Inglaterra com mais alguns membros da sua tribo.
A exótica jovem, entretanto convertida ao cristianismo e batizada com o nome de Rebecca, tornou-se muito notada entre a alta sociedade inglesa, chegando mesmo a ser recebida pelo rei James.
Em 1617 quando regressava aos Estados Unidos Pocahontas adoeceu e morreu em Kent.
Desde a década de 20 do século passado que o cinema adotou Pocahontas, mas seria em 1995 que com a adaptação a Disney a historia da princesa se tornaria universal.

A banda desenhada também não esqueceu Pocahontas e na minha coleção existem algumas adaptações.
Título
autores
Publicação
Sauvé par une princese de 13 ans  a)
Joly/ Kovac
Spirou 1274
Pocahontas chez la reine a)
Joly/Gerald Forton
Spirou 1275
A princesa pele-vermelha

Cavaleiro Andante 424 a 462
 
A princesa dos Potomacks
Christian Gaty/ Jean Ollivier
Álbum – História do Far-West, nº 2
 

a ) na série Oncle Paul




quinta-feira, 5 de maio de 2016

Relendo...ao acaso: Los Guerrilleros


Episódio
A sombra do antepassado

Série
Los guerrilleros

Autores
Desenhos : Jesus Blasco
Argumento: Jesus Blasco

Dados sobre o episódio
Título original: L’ombre de l’ancêtre
Publicação original: Spirou  do n.º 1674 ao 1691
Data da publicação original: de 14 de maio a  10 de setembro de 1970
Leitura: Mundo de Aventuras n.º 58 (II fase)
30 páginas p/b



Resumo
Após um assalto a um banco, Ray, Pedro e Yuma perseguem os ladrões. Durante o assalto um dos irmãos do chefe do bando foi morto por Ray, e o chefe dos salteadores também procura a vingança. Surge então uma situação em que os dois grupos se perseguem mutuamente.
Entretanto Ray, Pedro e Yuma chegam a umas ruínas abandonadas onde surge um retrato de um antepassado de Pedro. Este relata a vida do seu ascendente e acaba por ajudar a capturar os bandidos utilizando um truque que o seu antepassado tinha usado.

Comentário
O argumento é muito fraco, cheio de elementos inúteis para o decorrer da história.

Blasco desenha sempre bem.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

relendo... ao acaso: Lucky Luke



Título
Alerta aos Pés Azuis

Série
Lucky Luke

Autores
Texto: Morris
Desenhos: Morris

Dados sobre o episódio
Título original: Alerte aux pieds bleus
Publicação original: Revista Spirou (belga) dos números 938 a 957,
Data da publicação original: de 5 de abril de 1956 e 16 de agosto de 1956
Leitura: Album Meribérica/ sem data.
Episódio com 43 páginas com numeração entre 391 e 434/cor
Resumo
Lucky Luke desmascara um batoteiro, que depois de algumas peripécias consegue fugir para os territórios da tribo dos Pés Azuis. Aí consegue convencer o chefe da tribo a atacar a cidade de onde teve que fugir, com a promessa de que lá existem grandes quantidades de uísque.

Comentário
Neste episódio os traços de Lucky Luke já estão muito próximos daquilo que viria ser a fisionomia final que Morris lhe daria.
Neste álbum depois de uma experiência com Goscinny, Uderzo volta a ser o autor do argumento.



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

relendo... ao acaso: Paul Foran



Título
O mistério do lago

Série
Paul Foran

Autores
Argumento: José Larraz (Gil)
Desenho: Jesus Blasco (Montero)

Dados sobre o episódio
Título original: Le mystère du lac
Publicação original: revista Spirou 1591 a 1602 (Bélgica)
Data da publicação original: 10 de outubro de 1968 a 26 de dezembro de 1968
Leitura: Revista Spirou do nº 21 ao 28 (2ª série)
Data da publicação: 28 de Agosto de 1979 a 16 de outubro de 1979.
48 páginas / cor
Resumo
Uma nave que transporta um pedaço de rocha lunar explode e cai num lago. Um cão que entra em contacto com a água fica com um estranho vírus e ataca o seu dono, contaminando-o. Entretanto um  grupo de desconhecidos tenta encontrar a pedra no lago e procuram matar Foran. Este avisado por Nicole, uma colega, consegue evitar ser morto e captura o último dos bandidos.

Comentário
Trata-se do primeiro episódio da série, que teve pelo menos três edições em Portugal: no Mundo de Aventuras, no Jornal da BD e no Spirou.  O argumento aborda duas temáticas: o policial e a ficção científica, o que o transforma numa leitura apetecível.
O desenho de Jesus Blasco  não é entusiasmante nesta versão colorida, sendo preferível a versão a preto e branco. Como curiosidade fica a situação de os dois criadores usarem pseudónimo para assinar esta série.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

relendo... ao acaso: Lucky Luke



Título
Corrida para Oklahoma

Série
Lucky Luke

Autores
Texto: Goscinny
 Desenho: Morris

Dados sobre o episódio
Publicação original: revista Spirou (belga) ente os números 1046 a 1070
Data da publicação original: de 1/5/1958 a 16/10/1958
Título original: Ruée sur l’Oklahoma
Leitura: Álbum- Corrida para Oklahoma/ Editora Meribérica
44 páginas/cor/1981 ou 1982
Resumo
As terras do estado de Oklahoma estão disponíveis para serem colonizadas. Quem primeiro as ocupar toma posse delas, mas ninguém pode entrar no estado antes do dia marcado. Lucky Luke é incumbido da missão de assegurar que tudo se passará dentro das regras.
Na tentativa de impedir que alguém ganhe vantagem, partindo antecipadamente, prende três bandidos, Beastly Blubber, Coyote Will e Dopey, que mais tarde irão tentar tomar conta da cidade que os primeiros colonos constroem.

Comentário
Este episódio tem por inspiração factos históricos reais.  A corrida com data marcada aos territórios do Oklahoma teve existência.
Em contraposição ao argumento de Goscinny, a realidade para os índios foi mais dura e letal.
Trata-se de um álbum ainda fase inicial da colaboração com Goscinny, onde os seus argumentos ainda não tinham atingido a qualidade que viria a ocorrer  nos álbuns seguintes, embora seja evidente a sátira social e política na luta pelo poder na nova cidade e no modo como o idiota da cidade conseguiu ser eleito.
Neste episódio Jolly Jumper tem uma passagem discreta sem as cenas de protagonismo que noutros episódios ocorrem.
No álbum da Meribérica está indicado erradamente Morris como autor do argumento. Ressalve-se que nas primeiras edições em língua francesa a capa também apenas identificava Morris. Só recentemente surge na edição em álbum a autoria de Goscinny.



segunda-feira, 14 de julho de 2014

relendo... ao acaso: Alain Cardan



Título
Alô, aqui Venus

Série
Alain Cardan

Autores
Argumento: Yvan Delporte
Desenho: Gerald Forton

Dados sobre o episódio
Título original: Allo… ici Venus
Publicação original: revista Spirou do nº 1046 ao nº 1068 (Bélgica)
Data da publicação original: 1 de maio de 1958 a 2 de Outubro de 1958
Leitura: revista Zorro do nº 54 ao nº 67.
Data da publicação: 19 de outubro de 1963 a 18 de janeiro de 1964
44 páginas/ P/b e 1 página a cores.
Resumo
Uma mensagem rádio de Vénus é recebida no centro onde Alain Cardan trabalha.
Uma nave que se preparava para partir para a Lua é enviada a Vénus, com uma equipa de que fazem parte entre outros, Cardan e o seu amigo jornalista Cristóvão. A viagem é no entanto sabotada pelo secretário do milionário Drossos, que sofreu um acidente e se encontra em coma. Conseguindo resolver os problemas na nave sabotada, Cardan e os companheiros chegam ao planeta, onde descobrem que já por lá se encontra um equipa de homens cujos equipamentos sofreram avarias. A equipa foi enviada por Drossos para reivindicar a posse do planeta e evitar lutas entre países pela  sua conquista. Todos desconfiam que o responsável pelas sabotagens seja o secretário de Drossos, que iria ser acusado pela equipa que foi para Venus de desvio de dinheiro. Um abalo sísmico precipita a fuga de todos num foguetão atómico que, apesar das dificuldades de entrada na atmosfera, consegue trazer todos os homens em segurança à Terra.

Comentário
O argumento é fraco. Vale no entanto por se tentar enquadrar nos conhecimentos que existiam na época sobre Vénus. A descoberta de que a temperatura de Vénus é de mais de 425 ºC é contemporânea da escrita do argumento, e poderia ainda nãos ser pública. Mesmo sendo, residia na altura a dúvida sobre se a temperatura era à superfície ou resultava da reflexão na atmosfera. Muito pouco credível, mesmo para os conhecimentos da época é a reentrada na atmosfera.
O desenho a preto e branco fica pouco legível, sendo que a única página colorida que foi publicada resultava de melhor efeito.
Apesar de algumas informações que colocam Forton como argumentista, os álbuns publicados em língua francesa trazem sempre Delporte com autor dos argumentos.