Revista
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Cavaleiro Andante nº 288
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Caraterísticas
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Data da publicação: 6 de julho de 1957
Publicação semanal. (saía aos sábados)
Dimensões: 190mmx260mm
Preço: 2$00
20 páginas (a capa é a página 1)
Capa a cores. O interior alterna páginas a preto e branco com páginas
coloridas.
Diretor: Adolfo Simões Müller
Editor: M. Nunes de Carvalho
Propriedade: E.N.P. (Empresa Nacional de Publicidade)
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Conteúdo:
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Capa (página1):
Sem autor e a imagem sem relação com qualquer das histórias
publicadas
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Página2:
Ficha Técnica e o conto A casa da águia, que tem duas ilustrações. O
texto não está assinado e as ilustrações também não, embora o estilo
pareça apontar para Fernando Bento.
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Página 3:
Baden Powel, da autoria de Jijé (história em continuação). Página
colorida.
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Página 4:
Capitão Flamberge com argumento de Marijac e desenhos de Le Rallic
(história em continuação). Página a preto e branco.
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Página 5:
A cidade perdida,da série Kim Devil. Argumento de Charlier e
desenhos de Gerald Forton. (história em continuação). Página a preto e branco.
A série intitulava-se em português, João Paulo.
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Página 6:
Tim-Tim em O caso da Arma Secreta, de Hergé (história em
continuação). Página colorida. Episódio L'Affaire Tournesol
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Página 7:
A toca do Mocho Sábio. Página dedicada a passatempos virados para um
público infantil.
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Página 8:
Tom & Mimi (Pom e Teddy, no original) em O talismã negro (Le
talisman noir), da autoria de Craenhals (história em continuação).
Página a preto e branco.
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Página 10:
O capitão e os seus diabretes de Rudolph Dirks. Publicação nas duas
páginas centrais, a cores.
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Página 12:
Perdida na tempestade, uma história desenhada por Noël Gloesner (história
em continuação). Página a cinzentos e branco.
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Página 13:
O mundo na palma da mão. Página destinada a curiosidades, adivinhas e
a anedotas. Alguns textos tinham ilustração.
História muda: Uma tira de 5 vinhetas sem indicação do autor.
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Página 14:
Blake e Mortimer em O enigma das Atlântida, de Edgar Pierre Jacobs (história
em continuação). Página colorida.
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Página 15:
O senhor do Sol. Trata-se do episódio Le maître du soleil da série
Dan Cooper, desenhada por Albert Weinberg. História em continuação. Página colorida.
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Página 16:
A jóia do Vice-rei. História desenhada por Fernando Bento, adaptada
de uma obra de Pinheiro Chagas. História em continuação. Página a preto e
branco.
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Página 17:
Página dezassete. Espaço dedicado a enigmas policiais, orientado por
D. Misterioso.
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Página 18:
O Bobo. Adaptação do livro de Alexandre Herculano, feita pelo
desenhador José Ruy. História em
continuação. Página colorida.
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Página 19:
O pequeno Grumete. Autores desconhecidos. História em continuação.
Página a preto e branco
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Página 20:
O mistério do Rancho Grande. Um episódio de Jerry Spring, da autoria
de Jijé. História em continuação.
Página colorida.
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quinta-feira, 23 de outubro de 2014
baú das revistas: Cavaleiro Andante
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Efeméride - Terry e os piratas
Faz hoje 80 anos que surgiu pela primeira vez, 22 de outubro de 1934, a série Terry e os Piratas, desenhada por
Milton Canniff.
Tiras desenhadas por Milton Canniff
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
relendo... ao acaso: Olivier Rameau
Título
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A grande
viagem a Absurdia
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Série
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Olivier Rameau
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Autores
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Argumento: Greg
Desenhos: Dany
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Dados sobre o episódio
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Título original: Le
Grand voyage en Absurdie
Publicação original: do Tintin nº 19 ao nº 37 de 1972 (Bélgica)
Data da publicação original: de 9 de maio de 1972 a 12 de setembro de
1972
Leitura: revista Tintin do nº 7 ao nº 18 do 7º ano (Portugal)
Data da publicação: de 5 de
julho de 1974 a 21 de setembro de 1974
45 páginas/ cor
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Resumo
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Um poeta que ganhou direito a entrar em Halucinaville não consegue
chegar ao destino. Olivier e os amigos abandonam Sonhorosa rumo a Absurdia (o
mundo normal) para descobrirem o que se passa. Após vários incidentes
descobrem que o poeta foi chamado para cumprir o serviço militar. Todo o
grupo se consegue infiltrar no regimento que vai partir para exercícios, transformando o treino militar num caos e em que as situações absurdas se sucedem.
No final, Olivier, os amigos e o poeta regressam a Sonhorosa a
conduzir um carro blindado.
Olivier e os seus amigos regressam… não é bem assim. O leão ficou
esquecido em Absurdia.
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Comentário
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Argumento de um humor delicioso. As situações criadas mostram o
absurdo de muito daquilo que se faz no nosso mundo. Existem diálogos de
antologia, como aquele em que o senhor Pertinent tenta explicar aos
habitantes de Sonhorosa o que é um banco e o dinheiro.
O desenho acompanha o argumento
num festival de boa banda desenhada.
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sábado, 18 de outubro de 2014
Portugal
Esta é uma daquelas obras obrigatória em qualquer
biblioteca. É uma obra onde o argumento é muito bom, os desenhos excelentes e o
grafismo que funde os três elementos, cor, desenho e argumento é de uma qualidade
notável.
Pelo texto percebe-se a emoção.Depois compreendemos que
cada emoção tem a sua cor e à medida que nos entranhamos na obra, já
não necessitamos do texto para perceber a emoção. Basta ver a cor.
Simon Muchat, com origens portuguesas, é um autor de banda
desenhada que vive em busca da sua identidade.
Numa viagem a Portugal, na interação com um primo e com os
ambientes em que se insere, consegue perceber as razões das suas incertezas,
conhecer os acontecimentos ocorridos em
Portugal que moldaram os caráteres do seu
pai e do seu avô e desse modo fazer a introspeção que lhe indica o seu caminho.
Esta é a história que Cyril Pedrosa, também ele com
ascendência portuguesa, narra de forma cativante e poderosa.
Portugal pode ser o
país onde talvez não seja possível apreender todas as emoções que o autor pretende
passar ao leitor, uma vez que as frases que são ditas em português, que o leitor deveria ter como
incompreensíveis, tal como a personagem de Simon Muchat as ouve, são entendíveis pelo
leitor de língua portuguesas, perdendo-se a emoção que o Cyril Pedrosa pretende
transmitir.
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